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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Isaías 59:1|
¶ Nana, kihai i mutua te ringa o Ihowa, te tau ai te whakaora; kihai ano i taimaha tona taringa, te rongo ai ia.
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2
|Isaías 59:2|
Engari na o koutou he i wehe koutou ko to koutou Atua, na o koutou hara ano i huna ai tona mata ki a koutou, te whakarongo ai ia.
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3
|Isaías 59:3|
Kua poke hoki o koutou ringa i te toto, o koutou maihao i te he; ko o koutou ngutu kua korero teka, ko o koutou arero kei te whakapuaki i te whanoke.
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4
|Isaías 59:4|
Kahore he karanga ki te tika, kahore he tohe ki te pono; ko te horihori to ratou okiokinga, e korero teka ana ratou; ko to ratou hapu he nanakia, whanau ake te kino.
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5
|Isaías 59:5|
E paoa ana e ratou nga hua o te neke, e hanga ana e ratou te whare pungawerewere: ko te tangata e kai ana i a ratou hua ka mate, a ki te kopengia tetahi, ka puta he waipera.
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6
|Isaías 59:6|
E kore o ratou whare pungawerewere e tau hei kakahu, e kore ano ratou e whai hipoki i a ratou mahi: ko a ratou mahi he mahi na te kino, he mahi nanakia kei o ratou ringa.
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7
|Isaías 59:7|
E rere ana o ratou waewae i te kino, hohoro tonu hoki ratou ki te whakaheke i te toto harakore: ko o ratou whakaaro he whakaaro ki te kino, he whakamoti, he wawahi kei o ratou ara.
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8
|Isaías 59:8|
Kahore o ratou matauranga ki te ara o te rangimarie, kahore hoki he whakawa i o ratou ara; ko o ratou huarahi, whakakopikopikoa ake e ratou: ko te hunga katoa e haere ana na reira, e kore e mohio ki te rangimarie.
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9
|Isaías 59:9|
¶ Na reira matara noa atu te whakawa i a tatou, te mau tatou i te tika: e taria atu ana e tatou te marama, na ko te pouri; te tiaho, na kei te haere nei tatou i te pouri.
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10
|Isaías 59:10|
E whawha ana tatou ki te taiepa ano he matapo, ae ra, me te mea ko te hunga kahore he kanohi: e tutuki ana o tatou waewae i te poutumarotanga me te mea i te ahiahi; he rite tatou ki te tupapaku i roto i nga tangata pakari.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva