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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Isaías 53:1|
¶ Ko wai i whakapono ki ta matou korero; i whakaaturia ranei ki a wai te ringaringa o Ihowa?
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2
|Isaías 53:2|
Ka tupu ake hoki ia ki tona aroaro, ano he rakau wana, me te pakiaka hoki i te oneone maroke, kahore ona ahuareka, kahore hoki he pai; a ka titiro tatou ki a ia, te ai he ataahua e minamina ai tatou ki a ia.
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3
|Isaías 53:3|
I whakahengia, i whakakahoretia ia e te tangata; he tangata pouri, kua mohio hoki ki te tangi: a, i ahua huna nga kanohi ki a ia; i whakakahoretia, kihai hoki tatou i whakaaro ki a ia.
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4
|Isaías 53:4|
¶ He pono, nana o tatou mate i pikau, nana hoki i waha o tatou pouri: ko tatou ia i mea, i tukitukia, i patua ia e te Atua, i whakawhiua.
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5
|Isaías 53:5|
Kahore, i werohia ia mo o tatou he, i kurua mo o tatou kino: nona te whiunga i mau ai to tatou rongo, kei ona karawarawa hoki he rongoa mo tatou.
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6
|Isaías 53:6|
Ko tatou katoa, ano he hipi, kua marara ke, kua anga atu tatou ki tona ara, ki tona ara; na Ihowa ia i mea kia tau iho ki a ia te kino o tatou katoa.
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7
|Isaías 53:7|
I tukinotia ia, i whakawhiua; heoi kihai i kuihi tona mangai: ano he reme i arahina ia kia patua, me te hipi hoki i te aroaro o ona kaikutikuti e wahangu ana, kihai i kuihi tona waha.
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8
|Isaías 53:8|
Na te tukino, na te whakawa, tangohia atu ana ia; tena ko tona whakatupuranga, ko wai o ratou i whakaaro kua wehea atu ia i te ao ora? he mahi he hoki na taku iwi i patua ai ia.
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9
|Isaías 53:9|
A ka whakaritea hei te hunga kino he urupa mona; i te tangata taonga ia i tona matenga; ahakoa kahore ana mahi tutu, kahore ano he tinihanga i tona mangai.
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10
|Isaías 53:10|
¶ Otiia i pai hoki a Ihowa kia kurua ia; nana ia i mea kia mamae. Ina meinga e koe tona wairua hei whakahere mo te he, ka kite ia i tona uri, ka whakaroa i ona ra, a ko ta Ihowa i pai ai ka ata oti i a ia.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva