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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Isaías 46:1|
¶ Kua piko a Pere, kua tuohu a Nepo; kei runga i te kirehe, i te kararehe a ratou whakapakoko: ko nga mea e haria haeretia ana e koutou ka meinga hei kawenga, hei taimaha ki te kararehe mauiui ra.
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2
|Isaías 46:2|
Tuohu ana ratou, piko ngatahi ana; kihai i taea te pikaunga te pupuri, heoi ko ratou nei ano ka riro hei parau.
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3
|Isaías 46:3|
Whakarongo ki ahau, e te whare o Hakopa, e nga morehu katoa o te whare o Iharaira, he mea waha nei koutou naku no te kopu mai ano, he mea pikau no roto mai ra ano i te puku.
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4
|Isaías 46:4|
Tae noa atu ki to koutou koroheketanga ko ahau tenei, ka pikaua ano koutou e ahau a hina noa; naku i mahi, maku ano e mau, maku ano e pikau, maku ano e whakaora.
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5
|Isaías 46:5|
¶ Ki ta koutou kei to wai he ahua moku? ko wai e rite ana ki ahau? me whakarite ahau ki a wai, e kotahi ai to maua ahua?
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6
|Isaías 46:6|
Ko te hunga e tahoro ana i te koura i te peke, e pauna ana i te hiriwa ki te pauna, kei te utu i te kaitahu koura, hanga ake e ia hei atua; tapapa ana ratou, koropiko ana.
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7
|Isaías 46:7|
Amohia ana ia e ratou i runga i te pokohiwi, pikaua ana, kua waiho e ratou ki tona wahi, tu ana ia; te taea e ia te nekeneke atu i tona wahi: ka karanga ano hoki tetahi ki a ia, heoi e kore ia e whakahoki kupu, e kore e whakaora i a ia i roto i t ona mate.
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8
|Isaías 46:8|
Mahara ki tenei, whakatane, whakahokia ki te ngakau, e te hunga poka ke.
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9
|Isaías 46:9|
Maharatia nga mea tuatahi onamata: ko ahau hoki te Atua, kahore ke atu; ko ahau te Atua, kahore hoki tetahi hei rite moku.
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10
|Isaías 46:10|
I te timatanga e whakaatu ana i nga mea o te mutunga, a i nga wa onamata ko nga mea kahore ano i meatia; i ki ahau, Ko te whakaaro i whakatakotoria e ahau mau tonu, ka oti ano i ahau taku katoa i pai ai.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva