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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Isaías 46:1|
¶ Kua piko a Pere, kua tuohu a Nepo; kei runga i te kirehe, i te kararehe a ratou whakapakoko: ko nga mea e haria haeretia ana e koutou ka meinga hei kawenga, hei taimaha ki te kararehe mauiui ra.
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2
|Isaías 46:2|
Tuohu ana ratou, piko ngatahi ana; kihai i taea te pikaunga te pupuri, heoi ko ratou nei ano ka riro hei parau.
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3
|Isaías 46:3|
Whakarongo ki ahau, e te whare o Hakopa, e nga morehu katoa o te whare o Iharaira, he mea waha nei koutou naku no te kopu mai ano, he mea pikau no roto mai ra ano i te puku.
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4
|Isaías 46:4|
Tae noa atu ki to koutou koroheketanga ko ahau tenei, ka pikaua ano koutou e ahau a hina noa; naku i mahi, maku ano e mau, maku ano e pikau, maku ano e whakaora.
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5
|Isaías 46:5|
¶ Ki ta koutou kei to wai he ahua moku? ko wai e rite ana ki ahau? me whakarite ahau ki a wai, e kotahi ai to maua ahua?
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6
|Isaías 46:6|
Ko te hunga e tahoro ana i te koura i te peke, e pauna ana i te hiriwa ki te pauna, kei te utu i te kaitahu koura, hanga ake e ia hei atua; tapapa ana ratou, koropiko ana.
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7
|Isaías 46:7|
Amohia ana ia e ratou i runga i te pokohiwi, pikaua ana, kua waiho e ratou ki tona wahi, tu ana ia; te taea e ia te nekeneke atu i tona wahi: ka karanga ano hoki tetahi ki a ia, heoi e kore ia e whakahoki kupu, e kore e whakaora i a ia i roto i t ona mate.
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8
|Isaías 46:8|
Mahara ki tenei, whakatane, whakahokia ki te ngakau, e te hunga poka ke.
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9
|Isaías 46:9|
Maharatia nga mea tuatahi onamata: ko ahau hoki te Atua, kahore ke atu; ko ahau te Atua, kahore hoki tetahi hei rite moku.
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10
|Isaías 46:10|
I te timatanga e whakaatu ana i nga mea o te mutunga, a i nga wa onamata ko nga mea kahore ano i meatia; i ki ahau, Ko te whakaaro i whakatakotoria e ahau mau tonu, ka oti ano i ahau taku katoa i pai ai.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva