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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Isaías 45:1|
¶ Ko te kupu tenei a Ihowa ki tana i whakawahi ai, ki a Hairuha, he mea pupuri nei naku tona ringa matau, kia pehia ai e ia nga iwi ki raro i a ia; maku ano e wewete to nga hope o nga kingi; ko nga tatau ka whakapuaretia ki tona aroaro; e kore ano nga kuwaha e tutakina.
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2
|Isaías 45:2|
Ko ahau e haere i mua i a koe, ki te whakatikatika i nga wahi tapokopoko: ko nga tatau parahi ka pakaru i ahau; ka tapahia ano e ahau nga tutaki rino.
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3
|Isaías 45:3|
Ka hoatu ano e ahau ki a koe nga taonga o te pouri, me nga mea huna o nga wahi ngaro, kia mohio ai koe ko Ihowa ahau, e whakahua atu nei i tou ingoa, ko te Atua o Iharaira.
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4
|Isaías 45:4|
He whakaaro naku ki taku pononga, ki a Hakopa, ki a Iharaira, ki taku i whiriwhiri ai, na reira koe, tou ingoa, i karangatia ai e ahau: whakahuatia ana e ahau tou ingoa i te mea kahore ano koe kia mohio ki ahau.
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5
|Isaías 45:5|
¶ Ko Ihowa ahau, kahore atu hoki; kahore ke atu he atua, ko ahau anake: maku koe e whitiki, ahakoa kahore koe i mohio ki ahau:
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6
|Isaías 45:6|
Kia mohio ai te hunga i te rawhiti, me o te uru, kahore atu, ko ahau anake. Ko Ihowa ahau, kahore ke atu.
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7
|Isaías 45:7|
Naku te marama i whai ahua ai, naku i hanga te pouri; ko ahau te kaihohou rongo, te kaihanga ano o te kino: ko ahau, ko Ihowa, te kaimahi o enei mea katoa.
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8
|Isaías 45:8|
Maturuturu iho, e nga rangi i runga; kia ringihia mai ano he tika e nga kapua; kia puare te whenua, kia hua te whakaora, kia wana ngatahi te tika; naku, na Ihowa, taua mea i hanga.
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9
|Isaías 45:9|
Aue te mate mo te tangata e totohe ana ki tona Kaiwhakaahua! He maramara rihi i roto i nga maramara rihi o te oneone! E mea ake ranei te paru ki tona kaiwhakaahua, He aha tau e mahi na? e mea ranei tau i hanga ai, Kahore ona ringa?
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10
|Isaías 45:10|
Aue te mate mo te tangata e mea ana ki tona papa, He aha tau kua whanau nei? ki te wahine ranei, He aha te mea ka whakamamae na koe?
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva