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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Isaías 49:21|
A ka mea koe i tou ngakau, Na wai enei i whanau ai ki ahau, kua whakakorea nei aku tamariki i ahau, he moke, he parau, he kopikopiko nei ahau? na wai ra enei i whakatupu ake? Nana, i waiho mokemoke ahau: ko enei, i hea ra enei?
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22
|Isaías 49:22|
Ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa, Nana, ka ara atu toku ringa ki nga tauiwi, ka tu hoki taku kara ki nga iwi: a ka maua mai e ratou au tama, awhi rawa ki o ratou uma, ka kawea mai hoki au tamahine i runga i o ratou pokohiwi.
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23
|Isaías 49:23|
A hei matua atawhai mou nga kingi, ko a ratou kuini hoki hei kaiwhakangote mou: ka piko iho ratou ki a koe, tapapa rawa ki te whenua, ka mitimiti hoki i te puehu o ou waewae: a ka mohio koe ko Ihowa ahau; e kore hoki te hunga e tatari ana ki aha u e whakama.
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24
|Isaías 49:24|
¶ Tera ranei e tangohia nga taonga parau i te tangata kaha, e mawhiti ranei te tangata kua tika nei tona hereherenga?
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25
|Isaías 49:25|
Na ko te kupu tenei a Ihowa, Ina, ka tangohia mai nga herehere a te tangata kaha, ka whakahokia mai ano nga taonga parau a te nanakia: ka ngangare ano ahau ki te tangata e ngangare ana ki a koe, ka whakaora hoki i au tamariki.
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26
|Isaías 49:26|
A ka whangaia atu e ahau to ratou kikokiko ake ma ou kaiwhakatupu kino; ka haurangi ano ratou i o ratou ake toto, me te mea na te waina reka; a ka mohio nga kikokiko katoa ko ahau, ko Ihowa, e whakaora nei i a koe, ko tou kaihoko hoki, ko te Mea Nui o Hakopa.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva