-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
1
|Isaías 55:1|
¶ E! e nga tangata katoa e matewai ana, haere mai ki nga wai! me te tangata kahore ana moni; haere mai, hokona, kainga! Haere mai, hokona he waina, he waiu; kaua he moni, kaua he utu.
-
2
|Isaías 55:2|
He aha ra i hokona ai e koutou te moni mo nga mea ehara i te taro, to koutou uaua mo nga mea e kore ai koutou e makona? ata whakarongo mai ki ahau, a kainga te mea pai; kia ora hoki o koutou wairua i nga mea momona.
-
3
|Isaías 55:3|
Tahuri mai o koutou taringa, haere mai ki ahau; whakarongo mai, a ka ora o koutou wairua, a maku e whakarite ki a koutou he kawenata mau tonu, ara nga atawhainga pono i a Rawiri.
-
4
|Isaías 55:4|
Nana, kua waiho ia e ahau hei kaiwhakaatu ki nga iwi, hei rangatira, hei kaiwhakahau mo nga tauiwi.
-
5
|Isaías 55:5|
Nana, ka karanga koe i te iwi kihai i mohiotia e koe; ka rere mai ano ki a koe nga iwi kahore i mohio ki a koe; mo Ihowa hoki, mo tou Atua, mo te Mea Tapu o Iharaira; nana hoki koe i whakanui.
-
6
|Isaías 55:6|
¶ Rapua a Ihowa, kei kitea ana ia: karangatia atu, kei tata ana mai ia.
-
7
|Isaías 55:7|
Kia whakarere te tangata kino i tona ara, te tangata mahi he i ona whakaaro; kia hoki ki a Ihowa, a ka aroha ia ki a ia; ki to tatou Atua hoki, he nui rawa hoki tana mahi tohu.
-
8
|Isaías 55:8|
Ehara hoki oku whakaaro i o koutou whakaaro, o koutou hurarahi i oku huarahi, e ai ta Ihowa.
-
9
|Isaías 55:9|
Ta te mea e ikeike ake ana te rangi i te whenua, waihoki ko oku huarahi e ikeike ake ana i o koutou huarahi, ko oku whakaaro i o koutou whakaaro.
-
10
|Isaías 55:10|
Ka rite hoki ki te ua raua ko te hukarere e rere iho ana i te rangi, a e kore e hoki ki reira; engari e whakamakuku ana i te whenua, e mea ana kia whai hua, kia pihi ake, kia homai ano he purapura ma te kaiwhakato, he taro ma te tangata e kai an a:
-
-
Sugestões

Clique para ler Marcos 10-12
16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva