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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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20
|Isaías 2:20|
A taua ra ka akiritia atu e te tangata ana whakapakoko hiriwa me ana whakapakoko koura i hanga e ratou hei koropikotanga mana, ki nga kiore, ki nga pekapeka;
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21
|Isaías 2:21|
Haere ai ki nga ana o nga kohatu, ki nga kapiti o nga kamaka, i te wehi ki a Ihowa, i te kororia o tona nui, ina whakatika ia ki te rurerure i te whenua.
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22
|Isaías 2:22|
Kati ta koutou mea ki te tangata kei ona pongaponga nei tona manawa; kia pehea hoki te whakaaro ki a ia?
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1
|Isaías 3:1|
¶ No te mea tenei te Ariki, a Ihowa o nga mano, te tango atu nei i Hiruharama, i a Hura, i te titoko me te tokotoko, i te titoko taro katoa, i te titoko wai katoa;
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2
|Isaías 3:2|
I te marohirohi, i te tangata whawhai; i te kaiwhakawa, i te poropiti, i te tohunga, i te tautahito;
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3
|Isaías 3:3|
I te rangatira rima tekau, i te tangata nui, i te kaiwhakatakoto whakaaro, i te kaimahi mohio, i te mea matau ki te taki.
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4
|Isaías 3:4|
Ka hoatu ano e ahau he tamariki hei rangatira mo ratou, he kohungahunga hoki hei kingi mo ratou.
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5
|Isaías 3:5|
Ka tukinotia ano te iwi, tetahi e tetahi, te tangata e tona hoa tata; ka whakahihi hoki te tamariki ki te kaumatua, te mea e whakahaweatia ana ki te tangata e whakahonoretia ana.
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6
|Isaías 3:6|
E mau hoki te tangata ki tona tuakana, i te whare o tona papa, a ka mea, He kakahu tou, hei rangatira koe mo matou, a hei raro i tou ringa tenei whakatakanga:
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7
|Isaías 3:7|
A taua ra ka karanga nui ia, ka mea, E kore ahau e pai hei kaiwhakaora; kahore hoki he taro i toku whare, kahore he kakahu: kaua ahau e meinga e koutou hei rangatira mo te iwi.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva