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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Isaías 48:11|
He whakaaro ki ahau, he whakaaro ki ahau, i meatia ai tenei e ahau: kia whakapokea koia toku ingoa? e kore ano toku kororia e hoatu e ahau ki tetahi atu.
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12
|Isaías 48:12|
Whakarongo ki ahau, e Hakopa, e Iharaira, e taku i karanga ai; ko ahau ia, ko ahau te tuatahi, ko ahau ano te mutunga.
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13
|Isaías 48:13|
Ae ra, na toku ringa i whakatakoto nga turanga o te whenua, na toku matau i hora nga rangi; ki te karangatia ratou e ahau, ka tu ngatahi ratou.
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14
|Isaías 48:14|
Huihui mai, e koutou katoa, whakarongo hoki; na wai o ratou enei mea i whakaatu? He mea aroha ia na Ihowa; ka oti i a ia tana i pai ai ki Papurona, ka pa ano tona ringa ki nga Karari.
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15
|Isaías 48:15|
Naku, naku te kupu, ae ra, he mea karanga ia naku, naku ia i kawe mai, ka tika ano i a ia tona ara.
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16
|Isaías 48:16|
¶ Whakatata mai ki ahau, whakarongo ki tenei; ko taku, no te timatanga ra ano ehara i te korero puku: i nga wa o aua mea, i reira ahau; na, inaianei na te Ariki, na Ihowa ahau i unga mai, na tona wairua ano.
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17
|Isaías 48:17|
Ko te kupu tenei a Ihowa, a tou kaihoko, a te Mea Tapu o Iharaira, Ko Ihowa ahau, ko tou Atua e whakaako nei i a koe ki te pai mou, e arahi nei i a koe i te ara e haere ai koe.
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18
|Isaías 48:18|
Aue, me i rongo koe ki aku whakahau, ina, kua rite ki te awa te mau o te rongo ki a koe; ko tou tika, koia ano kei nga ngaru o te moana.
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19
|Isaías 48:19|
Kua rite ano ou uri ki te onepu, nga whanau o ou whekau ki te kirikiri o reira; ko tona ingoa kihai i hatepea atu, kihai i whakangaromia i toku aroaro.
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20
|Isaías 48:20|
Haere atu i Papurona, e rere i roto i nga Karari; kia waiata te reo i a koutou e whakaatu ana; korerotia tenei, whakapuakina ki te pito o te whenua; ki atu, Kua oti i a Ihowa tana pononga, a Hakopa te hoko.
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Sugestões

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13 de fevereiro LAB 410
FAZENDO CONTABILIDADE NA BÍBLIA
Números 07-08
Quando fiz Processamento de Dados, tive algumas matérias me marcaram muito. Algumas delas eram da área de Contabilidade, mas eu não gostava tanto delas. Mesmo assim, sabia que eram absolutamente necessárias. E, ironicamente, apesar de não apreciá-las, era apaixonado por elas! E na necessidade de envolver-me com elas, eu me debruçava em cima dos conhecimentos contábeis, por obrigação. Lembro-me do desafio de fazer e fechar balancetes. Uma vez, passei quase a noite inteira “brigando” com um balancete.
O mais interessante eram as provas. O professor dava um problema. para fecharmos um balancete, e ficávamos nos matando em cima daquelas continhas “T”, por horas. No final, ou tirava a nota máxima, ou tirava zero. E o que mais me deixava intrigado era o fato de que o professor já nos fornecia o resultado final, antes de começarmos a fazer a prova. Eu ficava louco com aquilo. O importante não era saber qual era o número final, mas sim, como chegar até ele. Logo, se alguém quisesse colar, não teria como. O negócio era fazer os cálculos: números e mais números. A parte que eu gostava era comparar minha prova com as dos colegas, despois que o professor as devolvia. As que estavam certas eram exatamente iguais. Incrível! Se um detalhezinho estivesse diferente, tudo estaria errado, e o resultado seria desastroso. Foi Deus quem criou os números, as quantidades, as operações numéricas – a matemática. Por isso, ela é tão perfeita. E nessa, o importante não é o todo, mas sim os detalhes.
Os leitores superficiais precisam tomar cuidado. Há pessoas que quando se deparam com Números 7 e leem sobre o primeiro dia, quando Nasson trouxe sua oferta, e logo em seguida, quando leem sobre o segundo dia e começam a perceber que parece que a oferta de Natanael era igualzinha têm a tentação de dar apenas uma olhada por cima e pular lá para o final do capítulo ou para o seguinte. Não! Espere aí! Será que é iguazinho mesmo? E se não for? Será que isso importa?
Vou lhe fazer um desafio. Assim como um contabilista, tenha o compromisso de fazer um trabalho minucioso sobre “Números”, comparando todos os dados. Será que são todos exatamente iguais ou diferentes? Se forem iguais, você chegará ao final boquiaberto ao concluir: “Como Deus é organizado, minucioso, e detalhista!” E então entenderá porque está tudo ali: Deus dá a prova. Se não forem iguais, você terá um desafio maior (mas terá um aproveitamento maior ainda): responder à seguinte pergunta, para cada diferença que encontrar: “Por que só esse detalhezinho aqui é diferente?” O que ele tem a ensinar?
Você aceita o desafio? Então, comece já e verá como será legal!
Valdeci Júnior
Fátima Silva