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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Ezequiel 12:1|
¶ I puta mai ano te kupu a Ihowa ki ahau, i mea,
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2
|Ezequiel 12:2|
E te tama a te tangata, kei te noho koe i waenganui i te whare whakakeke, he kanohi nei o ratou hei titiro, heoi kahore e titiro, he taringa o ratou e rongo ai, heoi kahore e rongo; no te mea he whare whakakeke ratou.
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3
|Ezequiel 12:3|
Mo reira whakapaingia etahi mea mau, e te tama a te tangata, mo te heke, ka heke i te awatea i ta ratou tirohanga; me heke atu i tou wahi ki tetahi atu wahi i ta ratou tirohanga; tera pea ratou e mahara iho, ahakoa he whare whakakeke ratou.
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4
|Ezequiel 12:4|
Whakaputaina mai ano au mea ki waho i te awatea i ta ratou tirohanga, kia rite ki nga mea a te heke: me haere atu koe i te ahiahi i ta ratou tirohanga, kia rite ki te haerenga o te heke.
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5
|Ezequiel 12:5|
Pokaia e koe te taiepa i ta ratou tirohanga, a maua atu tau kawenga ma reira.
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6
|Ezequiel 12:6|
I a ratou e titiro ana, amohia e koe i runga i tou pokohiwi, me mau atu i te pouri; ko tou mata hipoki rawa, kei kite koe i te whenua; no te mea kua whakaturia koe e ahau hei tohu ki te whare o Iharaira.
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7
|Ezequiel 12:7|
Na mahia ana e ahau nga mea i whakahaua mai ai ahau; whakaputaina ana e ahau aku mea i te awatea, nga mea a te heke, a i te ahiahi ka pokaia e ahau te taiepa he mea mea na toku ringa; i whakaputaina e ahau i te pouri, amohia ana e ahau i runga i toku pokohiwi i ta ratou tirohanga.
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8
|Ezequiel 12:8|
Na i te ata ka puta mai te kupu a Ihowa ki ahau; i mea ia,
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9
|Ezequiel 12:9|
E te tama a te tangata, kihai ianei te whare o Iharaira, te whare whakakeke, i mea ki a koe, E aha ana koe?
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10
|Ezequiel 12:10|
Ki atu ki a ratou, Ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa; Mo te rangatira i Hiruharama tenei pikaunga, mo te whare katoa o Iharaira e noho nei ratou i reira.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva