-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
1
|Ezequiel 12:1|
¶ I puta mai ano te kupu a Ihowa ki ahau, i mea,
-
2
|Ezequiel 12:2|
E te tama a te tangata, kei te noho koe i waenganui i te whare whakakeke, he kanohi nei o ratou hei titiro, heoi kahore e titiro, he taringa o ratou e rongo ai, heoi kahore e rongo; no te mea he whare whakakeke ratou.
-
3
|Ezequiel 12:3|
Mo reira whakapaingia etahi mea mau, e te tama a te tangata, mo te heke, ka heke i te awatea i ta ratou tirohanga; me heke atu i tou wahi ki tetahi atu wahi i ta ratou tirohanga; tera pea ratou e mahara iho, ahakoa he whare whakakeke ratou.
-
4
|Ezequiel 12:4|
Whakaputaina mai ano au mea ki waho i te awatea i ta ratou tirohanga, kia rite ki nga mea a te heke: me haere atu koe i te ahiahi i ta ratou tirohanga, kia rite ki te haerenga o te heke.
-
5
|Ezequiel 12:5|
Pokaia e koe te taiepa i ta ratou tirohanga, a maua atu tau kawenga ma reira.
-
6
|Ezequiel 12:6|
I a ratou e titiro ana, amohia e koe i runga i tou pokohiwi, me mau atu i te pouri; ko tou mata hipoki rawa, kei kite koe i te whenua; no te mea kua whakaturia koe e ahau hei tohu ki te whare o Iharaira.
-
7
|Ezequiel 12:7|
Na mahia ana e ahau nga mea i whakahaua mai ai ahau; whakaputaina ana e ahau aku mea i te awatea, nga mea a te heke, a i te ahiahi ka pokaia e ahau te taiepa he mea mea na toku ringa; i whakaputaina e ahau i te pouri, amohia ana e ahau i runga i toku pokohiwi i ta ratou tirohanga.
-
8
|Ezequiel 12:8|
Na i te ata ka puta mai te kupu a Ihowa ki ahau; i mea ia,
-
9
|Ezequiel 12:9|
E te tama a te tangata, kihai ianei te whare o Iharaira, te whare whakakeke, i mea ki a koe, E aha ana koe?
-
10
|Ezequiel 12:10|
Ki atu ki a ratou, Ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa; Mo te rangatira i Hiruharama tenei pikaunga, mo te whare katoa o Iharaira e noho nei ratou i reira.
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva