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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Ezequiel 42:1|
¶ Katahi ahau ka kawea e ia ki to waho marae, ki te ara ki te raki; kawea ana ahau e ia ki te ruma ki te ritenga atu o te wahi motuhake, ki tera i te aronga mai o te whare e anga ana ki te raki.
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2
|Ezequiel 42:2|
I te ritenga atu o nga whatianga kotahi rau ko te tatau ki te raki, e rima tekau whatianga te whanui.
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3
|Ezequiel 42:3|
I te ritenga atu o nga whatianga e rua tekau o to roto marae, i te ritenga atu ano o te papa kohatu i to waho marae, ko tetahi ara e anga mai ana ki tetahi ara, i te toru o nga whakapaparanga.
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4
|Ezequiel 42:4|
Na i mua i nga ruma ko tetahi wahi haereerenga kotahi tekau whatianga, he mea e anga ana whakaroto, kotahi te whatianga o te ara; i anga o raua tatau ki te raki.
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5
|Ezequiel 42:5|
Na i poto iho nga ruma o runga: na nga ara hoki i tango tetahi wahi o enei, nui atu i te tangohanga mai i o raro, i o waenganui, o te whare.
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6
|Ezequiel 42:6|
E toru hoki nga whakapaparanga, kahore ia he pou pera me nga pou o nga marae: na reira i huiti ai o runga rawa i o raro, i o waenganui, i te mea ka anga ake i te whenua.
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7
|Ezequiel 42:7|
Na, ko te taha i waho e anga ana ki nga ruma, ki to waho marae i te taha ki mua o nga ruma, ko tona roa e rima tekau whatianga.
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8
|Ezequiel 42:8|
E rima tekau whatianga hoki te roa o nga ruma i to waho marae: na i mua i te temepara kotahi rau whatianga.
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9
|Ezequiel 42:9|
I raro ano i enei ruma te tapokoranga atu i te rawhiti, i te mea ka tapoko atu i to waho marae.
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10
|Ezequiel 42:10|
He ruma ano i te wahi matotoru o te pakitara i te marae ki te rawhiti, i te ritenga atu o te wahi motuhake, i te ritenga ake ano o te whare.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva