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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Ezequiel 39:1|
¶ Na ko koe, e te tama a te tangata, poropititia he he mo Koko, mea atu, Ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa; Nana, hei hoariri ahau mou, e Koko, e te tino rangatira o Roho, o Meheke, o Tupara;
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2
|Ezequiel 39:2|
A ka whakatahuritia koe e ahau, ka arahina atu koe, ka meinga hoki kia puta ake koe i nga pito rawa ki te raki, a ka kawea mai koe e ahau ki runga ki nga maunga o Iharaira.
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3
|Ezequiel 39:3|
Ka patua atu ano e ahau tau kopere i roto i tou maui, ka meinga hoki au pere kia marere i roto i tou matau.
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4
|Ezequiel 39:4|
Ka hinga koe ki runga ki nga maunga o Iharaira, a koe, me ou ropu katoa, me nga iwi i a koe: ka hoatu koe e ahau hei kai ma nga manu kai kino o ia ahau, o ia ahau, ma nga kirehe ano o te parae.
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5
|Ezequiel 39:5|
Ka hinga koe ki te mata o te parae: naku hoki te kupu, e ai ta te Ariki, ta Ihowa,
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6
|Ezequiel 39:6|
Ka tukua atu ano e ahau he ahi ki a Makoko, ratou ko te hunga e noho humarie ana i nga motu, a ka mohio ratou ko Ihowa ahau.
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7
|Ezequiel 39:7|
A ka meinga e ahau toku ingoa tapu kia mohiotia i roto i taku iwi, i a Iharaira, e kore ano e tukua e ahau kia whakapokea toku ingoa tapu a muri ake nei: a ka mohio nga tauiwi ko Ihowa ahau, ko te Mea Tapu i roto i a Iharaira.
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8
|Ezequiel 39:8|
¶ Nana, kua tae mai, kua oti, e ai ta te Ariki, ta Ihowa; ko te ra tenei i korerotia ra e ahau.
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9
|Ezequiel 39:9|
Ka puta ano nga tangata o nga pa o Iharaira, a ka tahuna e ratou, ka wera ano i a ratou nga patu, nga whakangungu rakau, nga puapua, nga kopere, nga pere, nga hani, nga tao; ko nga tau e tahuna ai aua mea e ratou, e whitu.
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10
|Ezequiel 39:10|
E kore hoki e maua e ratou he wahie i te parae, e kore ano e tapahia i nga ngahere; no te mea ka tahuna e ratou nga patu ki te ahi: ka pahuatia e ratou o ratou kaipahua, ka murua nga taonga o o ratou kaimuru, e ai ta te Ariki, ta Ihowa.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva