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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Ezequiel 31:1|
¶ I te tekau ma tahi o nga tau, i te toru o nga marama, i te tuatahi o nga ra o te marama, ka puta mai te kupu a Ihowa ki ahau; i mea,
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2
|Ezequiel 31:2|
E te tama a te tangata, mea atu ki a Parao kingi o Ihipa, ratou ko ana mano tini; I a koe e nui na ko wai tou rite?
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3
|Ezequiel 31:3|
Nana, he hita i Repanona te Ahiriana, he pai nga manga, pururu tonu, marumaru tonu, he roa rawa, purero rawa; i roto ano tona kouru i nga manga pururu.
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4
|Ezequiel 31:4|
Nui tonu ia, na te wai hoki, roa tonu, he mea na te wai hohonu; i rere hoki ona awa i tetahi taha o ona mahuri, i tetahi taha; i tukua atu ano ona awa ririki ki nga rakau katoa o te parae.
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5
|Ezequiel 31:5|
Na reira roa rawa ia, purero rawa ki runga ake i nga rakau katoa o te parae; kua maha ano ona peka, kua roroa ona manga, he maha hoki no nga wai, i a ia e kokiri ake ana.
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6
|Ezequiel 31:6|
I hanga o ratou ohanga e nga manu katoa o te rangi ki ona peka, i whanau ano nga kirehe katoa o te parae ki raro i ona manga, i noho ano nga iwi nunui katoa ki raro i tona taumarumarunga iho.
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7
|Ezequiel 31:7|
Heoi ataahua tonu ia, i a ia i nui ra, i te roa hoki o ona manga: i te taha hoki o nga wai nui tona pakiaka.
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8
|Ezequiel 31:8|
Kihai ia i ngaro i nga hita o ta te Atua kari; kihai nga kauri i rite ki ona peka, kihai ano nga rakau pereni i rite ki ona manga; kahore he rakau o te kari a te Atua hei rite mona; i a ia i ataahua tonu ra.
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9
|Ezequiel 31:9|
I meinga ia e ahau kia ataahua tonu i te maha o ona manga: a hae ana nga rakau katoa o Erene, i te kari a te Atua, ki a ia.
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10
|Ezequiel 31:10|
¶ Na reira ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa; kua tiketike na koe, kua roa, a kokiri atu ana tona kouru ki roto ki nga manga pururu, a neke ake ana tona ngakau i a ia i tiketike ra;
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva