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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Ezequiel 31:1|
¶ I te tekau ma tahi o nga tau, i te toru o nga marama, i te tuatahi o nga ra o te marama, ka puta mai te kupu a Ihowa ki ahau; i mea,
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2
|Ezequiel 31:2|
E te tama a te tangata, mea atu ki a Parao kingi o Ihipa, ratou ko ana mano tini; I a koe e nui na ko wai tou rite?
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3
|Ezequiel 31:3|
Nana, he hita i Repanona te Ahiriana, he pai nga manga, pururu tonu, marumaru tonu, he roa rawa, purero rawa; i roto ano tona kouru i nga manga pururu.
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4
|Ezequiel 31:4|
Nui tonu ia, na te wai hoki, roa tonu, he mea na te wai hohonu; i rere hoki ona awa i tetahi taha o ona mahuri, i tetahi taha; i tukua atu ano ona awa ririki ki nga rakau katoa o te parae.
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5
|Ezequiel 31:5|
Na reira roa rawa ia, purero rawa ki runga ake i nga rakau katoa o te parae; kua maha ano ona peka, kua roroa ona manga, he maha hoki no nga wai, i a ia e kokiri ake ana.
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6
|Ezequiel 31:6|
I hanga o ratou ohanga e nga manu katoa o te rangi ki ona peka, i whanau ano nga kirehe katoa o te parae ki raro i ona manga, i noho ano nga iwi nunui katoa ki raro i tona taumarumarunga iho.
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7
|Ezequiel 31:7|
Heoi ataahua tonu ia, i a ia i nui ra, i te roa hoki o ona manga: i te taha hoki o nga wai nui tona pakiaka.
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8
|Ezequiel 31:8|
Kihai ia i ngaro i nga hita o ta te Atua kari; kihai nga kauri i rite ki ona peka, kihai ano nga rakau pereni i rite ki ona manga; kahore he rakau o te kari a te Atua hei rite mona; i a ia i ataahua tonu ra.
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9
|Ezequiel 31:9|
I meinga ia e ahau kia ataahua tonu i te maha o ona manga: a hae ana nga rakau katoa o Erene, i te kari a te Atua, ki a ia.
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10
|Ezequiel 31:10|
¶ Na reira ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa; kua tiketike na koe, kua roa, a kokiri atu ana tona kouru ki roto ki nga manga pururu, a neke ake ana tona ngakau i a ia i tiketike ra;
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva