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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Ezequiel 35:1|
¶ I puta mai ano te kupu a Ihowa ki ahau, i mea,
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2
|Ezequiel 35:2|
E te tama a te tangata, anga atu tou mata ki Maunga Heira, poropititia te he mo reira,
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3
|Ezequiel 35:3|
Mea atu hoki ki a ia, Ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa; Nana, hei hoariri ahau mou, e Maunga Heira, a ka totoro atu toku ringa ki a koe, ka ururua rawa koe i ahau, ka meinga hoki hei miharotanga.
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4
|Ezequiel 35:4|
Ko ou pa ka tuhea i ahau, a hei ururua koe, a ka mohio koe ko Ihowa ahau.
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5
|Ezequiel 35:5|
No te mea he mauahara mau tonu tou, a kua tukua e koe nga tama a Iharaira ki te kaha o te hoari i te wa o to ratou aitua, i te wa o te he i te mutunga.
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6
|Ezequiel 35:6|
Mo reira, e ora ana ahau, e ai ta te Ariki, ta Ihowa, ka mahia koe e ahau hei mea mo te toto, ka whaia ano koe e te toto; kihai na koe i kino ki te toto, na ka whaia koe e te toto.
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7
|Ezequiel 35:7|
Heoi ka meinga e ahau a Maunga Heira hei matakitakinga, hei ururua; a ka hatepea atu e ahau te tangata e tika ana na reira, te tangata ano e hoki mai ana.
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8
|Ezequiel 35:8|
A ka whakakiia e ahau ona maunga ki ona tupapaku: a, ko te hunga e patua ki te hoari, ka hinga ki ou pukepuke, ki ou awaawa, ki ou rerenga wai katoa.
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9
|Ezequiel 35:9|
Ka ururua koe i ahau a ake ake; e kore ano ou pa e nohoia, a ka mohio koutou ko Ihowa ahau.
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10
|Ezequiel 35:10|
¶ Na, kua mea na koe, Ko enei iwi e rua, ko enei whenua e rua moku, mo tatou tonu hoki; i te mea kei reira nei ano a Ihowa;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva