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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Ezequiel 27:1|
¶ I puta mai ano te kupu a Ihowa ki ahau, i mea,
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2
|Ezequiel 27:2|
Kia anga atu akuanei tau tangi, e te tama a te tangata, ki a Taira;
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3
|Ezequiel 27:3|
Mea atu hoki ki a Taira, E koe e noho nei i te tapokoranga mai o te moana, ko koe nei te kaihokohoko o nga iwi ki nga motu maha, Ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa; E Taira, kua mea na koe, Ko ahau te mea ataahua rawa.
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4
|Ezequiel 27:4|
Kei waenga moana ou rohe, oti rawa koe te whakaataahua e ou kaihanga.
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5
|Ezequiel 27:5|
No nga kauri o Heniri nga papa katoa i hanga ai ou kaipuke; i tikina ano he hita i Repanona hei hanga rewa mau.
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6
|Ezequiel 27:6|
No nga oki o Pahana nga hoe i hanga mau, ou taumanu he mea hanga ki te rei, he mea kua oti te whakanoho ki te ake o nga motu o Kitimi.
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7
|Ezequiel 27:7|
He rinena pai, he mea whakairo no Ihipa te mea i wherahia e koe hei komaru mou, hei kara mau; ko te hipoki mou, he puru, he papura no nga motu o Eriha.
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8
|Ezequiel 27:8|
Ko au kaihoe ko nga tangata o Hairona, o Arawara; ko au kaiurungi ko nga tangata whakaaro nui i roto i a koe, e Taira.
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9
|Ezequiel 27:9|
I roto nga kaumatua o Kepara i a koe, me nga tangata whakaaro nui o reira hei kaimono mau: i a koe nga kaipuke katoa o te moana, me o ratou kaiwhakatere, hei hoko i ou taonga.
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10
|Ezequiel 27:10|
I roto i tou ope ko Pahia, ko Ruru, ko Putu, he hoia nau: whakairihia ake ana e ratou te puapua me te potae i roto i a koe; he mea whakahonore koe na ratou.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva