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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Ezequiel 26:1|
¶ Na i te tekau ma tahi o nga tau, i te tahi o nga ra o te marama, i puta mai te kupu a Ihowa ki ahau; i mea,
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2
|Ezequiel 26:2|
E te tama a te tangata, kua mea na a Taira ki Hiruharama, Ha, kua pakaru ia, te kuwaha o nga iwi; kua anga mai ia ki ahau; ka whakakiia ahau, i a ia ka ururua nei:
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3
|Ezequiel 26:3|
Mo reira ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa; Nana, hei hoariri tenei ahau mou, e Taira, a ka meinga e ahau nga iwi maha kia eke ake ki a koe, kia pera ano me te moana e mea nei i ona ngaru kia eke ake.
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4
|Ezequiel 26:4|
A ka kore i a ratou nga taiepa o Taira, ka pakaru ano ona pourewa i a ratou; ka tahia atu ano e ahau tona puehu i runga i a ia, ka meinga ia kia rite ki te kamaka moremore.
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5
|Ezequiel 26:5|
Ka waiho ia hei horahanga kupenga i waenga moana: naku hoki te kupu, e ai ta te Ariki, ta Ihowa: ka waiho hoki ia hei pahuatanga ma nga iwi.
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6
|Ezequiel 26:6|
Na, ko ana tamahine i te mara, ka tukitukia e te hoari; a ka mohio ratou ko Ihowa ahau.
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7
|Ezequiel 26:7|
No te mea ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa; Tenei te kawea atu nei e ahau i te raki ki Taira a Nepukareha kingi o Papurona, kingi o nga kingi, me nga hoiho, me nga hariata, me nga kaieke hoiho, me te huihui, me te iwi nui.
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8
|Ezequiel 26:8|
Ka patua e ia ki te hoari au tamahine i te mara: ka hanga ano e ia he taumaihi hei tatau ki a koe, ka haupuria ake ano he pukepuke hei tatau ki a koe, ka ara ano i a ia te puapua ki a koe.
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9
|Ezequiel 26:9|
Ka whakaturia ano e ia nga mea whawhai ki ou taiepa, ka wahia ano e ia ou pourewa ki ana titaha.
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10
|Ezequiel 26:10|
I te tini o ana hoiho, ka taupokina koe e to ratou puehu; ka ngarue ou taiepa i te haruru o nga kaieke hoiho, o nga kata, o nga hariata, ina tomokia e ia ou kuwaha, ina pera ia me te hunga e tomo ana ki roto ki te pa kua pakaru.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva