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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Ezequiel 3:1|
¶ Na ka ki mai ia ki ahau, E te tama a te tangata, ko tau i kite ai kainga, kainga tenei pukapuka, ka haere, ka korero ki te whare o Iharaira.
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2
|Ezequiel 3:2|
Na kua hamama toku mangai, a meinga ana ahau e ia kia kai i taua pukapuka.
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3
|Ezequiel 3:3|
I mea ano ia ki ahau, E te tama a te tangata, kia kai tou kopu, kia ki ano hoki tou puku i tenei pukapuka ka hoatu nei e ahau ki a koe. Katahi ka kainga e ahau; na me te honi taua mea i roto i toku mangai te reka.
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4
|Ezequiel 3:4|
Na ka mea ia ki ahau, E te tama a te tangata, whakatika, haere ki te whare o Iharaira, korerotia aku kupu ki a ratou.
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5
|Ezequiel 3:5|
Ehara hoki i te mea e unga ana koe ki te iwi he tauhou tona reo, he pakeke ranei; engari ki te whare o Iharaira.
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6
|Ezequiel 3:6|
Ehara i te mea ki nga iwi maha he rere ke nei, he pakeke hoki to ratou reo, e kore nei koe e mohio ki a ratou kupu. He pono, ki te unga koe e ahau ki a ratou, kua whakarongo ratou ki a koe.
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7
|Ezequiel 3:7|
E kore ia te whare o Iharaira e pai ki te whakarongo ki a koe; no te mea e kore ratou e pai ki te whakarongo ki ahau; he rae pakeke hoki to te whare katoa o Iharaira, he ngakau pakeke.
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8
|Ezequiel 3:8|
Nana, kua oti tou mata te mea e ahau kia pakeke ki o ratou mata; tou rae kia pakeke ki o ratou rae.
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9
|Ezequiel 3:9|
Kua oti tou rae te mea e ahau kia rite ki te kohatu tino maro, maro atu i te mata: kaua e wehi i a ratou, kaua hoki e pairi ina titiro ratou, ahakoa he whare whakakeke ratou.
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10
|Ezequiel 3:10|
I mea ano ia ki ahau, E te tama a te tangata, Ko aku kupu katoa ka korerotia e ahau ki a koe rongoatia ki tou ngakau, whakarangona mai ano e ou taringa.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva