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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Ezequiel 13:1|
¶ I puta mai ano te kupu a Ihowa ki ahau, i mea,
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2
|Ezequiel 13:2|
E te tama a te tangata, poropititia he he mo nga poropiti o Iharaira e poropiti nei, mea atu hoki ki te hunga no o ratou ngakau ta ratou e poropiti nei, Whakarongo ki te kupu a Ihowa.
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3
|Ezequiel 13:3|
Ko te kupu tenei a te ariki, a Ihowa; Aue, te mate mo nga poropiti wairangi, e whai nei i o ratou wairua ake, a kihai i kite i tetahi mea!
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4
|Ezequiel 13:4|
I rite tonu ou poropiti, e Iharaira, ki nga pokiha i nga wahi koraha.
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5
|Ezequiel 13:5|
Kihai koutou i haere ki nga wahi pakaru, kihai ano i hanga i te taiepa mo te whare o Iharaira, hei turanga i te taturanga i te ra o Ihowa.
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6
|Ezequiel 13:6|
He kitenga teka, he tuaahu horihori ta ratou e ki ra, E ai ta Ihowa; ehara ratou i a Ihowa i unga: a kua meinga e ratou te tangata kia tumanako, tera e mana te kupu.
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7
|Ezequiel 13:7|
He teka ianei he kitenga teka ta koutou kitenga, he horihori te tuaahu i korero ai koutou, i ki ai, E ki ana a Ihowa; a kihai nei ahau i korero?
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8
|Ezequiel 13:8|
Mo reira ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa, Kua korero na koutou i te teka, kua kite i te horihori, mo reira he hoariri tenei ahau mo koutou, e ai ta te Ariki, ta Ihowa.
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9
|Ezequiel 13:9|
Ka pa ano toku ringa ki nga poropiti he horihori nei ta ratou kitenga, ki nga tohunga tuaahu teka; e kore ratou e noho ki te runanga o taku iwi, e kore e tuhituhia ki te tuhituhinga o te whare o Iharaira, e kore ano e tae ki te whenua o Iharaira; a ka mohio koutou ko te Ariki ahau, ko Ihowa.
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10
|Ezequiel 13:10|
¶ Mo ratou, ae ra, mo ratou i whakapohehe i taku iwi, i mea, Ka mau te rongo; i te mea kahore he maunga rongo; na ko tetahi kei te hanga i te pakitara, a ko ratou hei pani ki te paru kihai i konatunatua.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva