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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Ezequiel 1:21|
I haere era, ka haere enei; i tu era, ka tu enei; a ka ara ake era i runga i te whenua, ka ara ano nga wira i to ratou ritenga atu; no te mea kei roto te wairua o te mea ora i nga wira.
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22
|Ezequiel 1:22|
Na i runga ake i te mahunga o te mea ora ko te ahua o te kikorangi, rite tonu te kara ki to te karaihe e wehingia ana, he mea hora atu i runga i o ratou mahunga i te taha ki runga.
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23
|Ezequiel 1:23|
Na, i raro i te kikorangi, ko o ratou parirau, torotika tonu, anga tonu mai tetahi ki tetahi: o te mea kotahi e rua hei hipoki i tetahi taha, o te mea kotahi ano e rua hei hipoki i tera taha o o ratou tinana.
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24
|Ezequiel 1:24|
A i a ratou e haere ana, i rongo ahau i te haruru o o ratou parirau me te mea ko te haruru o nga wai maha, me te mea ano ko te reo o te Kaha Rawa, he reo e turituri ana, ano he nge no tetahi ope: i nga wa i tu ai ratou i tukua iho o ratou parira u.
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25
|Ezequiel 1:25|
I puta iho ano he reo i te kikorangi i runga i o ratou mahunga; i te mea ka tu ratou, ka tukua iho o ratou parirau.
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26
|Ezequiel 1:26|
¶ Na, i runga i te kikorangi i runga ake i o ratou mahunga ko te ahua o tetahi torona, he mea rite ki te kohatu hapaira: a i runga i te ahua o te torona ko tetahi ahua e rite ana ki to te tangata i runga i taua torona, i te taha ki runga.
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27
|Ezequiel 1:27|
I kite atu ano ahau me te mea no te amipere te kara, he mea rite ki te ahua o te ahi i roto a taka noa, taka noa, i te ahua o tona hope, a haere whakarunga, i te ahua ano o tona hope, a haere whakararo, i kite atu ahau me te mea ko te ahua o te ahi, a wheriko tonu te marama i tetahi taha, i tetahi taha ona.
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28
|Ezequiel 1:28|
Rite tonu ki te ahua o te kopere i te kapua i te ra ua te ahua o te wherikotanga a taka noa. Ko te ahua tena, ko te ritenga o te kororia o Ihowa. No toku kitenga, tapapa ana ahau ki raro; na, ka rongo ahau i te reo o tetahi e korero ana.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva