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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Provérbios 11:1|
¶ He mea whakarihariha ki a Ihowa te pauna he; engari te taimaha tika tana i pai ai.
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2
|Provérbios 11:2|
¶ Ka tae te whakapehapeha, ka tae ano te whakama; kei te hunga whakaiti ia te whakaaro nui.
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3
|Provérbios 11:3|
¶ Ko to ratou ngakau tapatahi hei arahi i te hunga tika; ka ai ano ko te whanoke ia o te hunga poka ke hei whakangaro mo ratou.
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4
|Provérbios 11:4|
¶ E kore te taonga e whai mana i te ra o te riri: kei te tika ia he oranga ake i te mate.
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5
|Provérbios 11:5|
¶ Ma te tika o te ngakau tapatahi ka tika ai tona ara; ka hinga ia te tangata kino i runga i tona kino.
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6
|Provérbios 11:6|
Ma te tika o te hunga tika ka mawhiti ai ratou; ka mau ia nga poka ke i runga i to ratou kino.
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7
|Provérbios 11:7|
¶ I te matenga o te tangata kino, kore iho ana mea i tumanako atu ai: kahore noa iho he tumanakohanga ma te hunga he.
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8
|Provérbios 11:8|
¶ Ka mawhiti te tangata tika i roto i te raru, a ka riro te tangata kino hei whakakapi mo tona turanga.
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9
|Provérbios 11:9|
¶ Hei huna mo tona hoa te mangai o te tangata whakaponokore; na ma te mohio te hunga tika ka mawhiti ai.
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10
|Provérbios 11:10|
¶ Ka pai te hunga tika, ka hari te pa: ka whakangaromia te hunga kino, ka tangi te umere.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva