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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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1
|Provérbios 11:1|
¶ He mea whakarihariha ki a Ihowa te pauna he; engari te taimaha tika tana i pai ai.
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2
|Provérbios 11:2|
¶ Ka tae te whakapehapeha, ka tae ano te whakama; kei te hunga whakaiti ia te whakaaro nui.
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3
|Provérbios 11:3|
¶ Ko to ratou ngakau tapatahi hei arahi i te hunga tika; ka ai ano ko te whanoke ia o te hunga poka ke hei whakangaro mo ratou.
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4
|Provérbios 11:4|
¶ E kore te taonga e whai mana i te ra o te riri: kei te tika ia he oranga ake i te mate.
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5
|Provérbios 11:5|
¶ Ma te tika o te ngakau tapatahi ka tika ai tona ara; ka hinga ia te tangata kino i runga i tona kino.
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6
|Provérbios 11:6|
Ma te tika o te hunga tika ka mawhiti ai ratou; ka mau ia nga poka ke i runga i to ratou kino.
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7
|Provérbios 11:7|
¶ I te matenga o te tangata kino, kore iho ana mea i tumanako atu ai: kahore noa iho he tumanakohanga ma te hunga he.
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8
|Provérbios 11:8|
¶ Ka mawhiti te tangata tika i roto i te raru, a ka riro te tangata kino hei whakakapi mo tona turanga.
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9
|Provérbios 11:9|
¶ Hei huna mo tona hoa te mangai o te tangata whakaponokore; na ma te mohio te hunga tika ka mawhiti ai.
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10
|Provérbios 11:10|
¶ Ka pai te hunga tika, ka hari te pa: ka whakangaromia te hunga kino, ka tangi te umere.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva