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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Provérbios 14:1|
¶ Ko ta te wahine whakaaro nui he hanga i tona whare; ko ta te wahine wairangi, ko ona ringa hei wahi iho.
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2
|Provérbios 14:2|
¶ Ko te tangata e haere ana i runga i tona tika, e wehi ana i a Ihowa; ko te tangata he parori ki ona ara e whakahawea ana ki i ia.
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3
|Provérbios 14:3|
¶ Kei te mangai o te wairangi he patu whakapehapeha; ma nga ngutu ia o te hunga whakaaro nui ratou ka ora ai.
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4
|Provérbios 14:4|
¶ Ki te kahore he kau, ka ma te takotoranga kai; ma te kaha ia o te kau ka nui ai nga hua.
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5
|Provérbios 14:5|
¶ E kore te kaiwhakaatu pono e teka; ka puaki ia te teka i te kaiwhakaatu teka.
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6
|Provérbios 14:6|
¶ E rapu ana te tangata whakahi i te whakaaro nui, heoi kahore e kitea e ia; ki te tangata matau ia he mama noa te matauranga.
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7
|Provérbios 14:7|
¶ Haere atu ki te aroaro o te kuware, ina kahore e kitea e koe he ngutu matau ona.
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8
|Provérbios 14:8|
¶ Ko te whakaaro nui o te tangata tupato, he matau ki tona ara; ko te wairangi o nga kuware, he tinihanga.
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9
|Provérbios 14:9|
¶ Ko ta nga wairangi he kata ki te he: na kei te hunga tika te whakaaro pai.
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10
|Provérbios 14:10|
¶ E mohio ana te ngakau ki tona ake mamae, e kore ano hoki tona koa e pikitia e te tangata ke.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva