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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Provérbios 31:1|
¶ Ko nga kupu a Kingi Remuera; ko te poropititanga i whakaakona ai ia e tona whaea.
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2
|Provérbios 31:2|
He aha, e taku tama? He aha, e te tama a toku kopu? A he aha, e te tama a aku kupu taurangi?
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3
|Provérbios 31:3|
Kaua e hoatu tou kaha ki nga wahine, ou ara hoki ki te mea whakangaro o nga kingi.
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4
|Provérbios 31:4|
Ehara ma nga kingi, e Remuera, ehara ma nga kingi te inu waina; ehara hoki ma nga rangatira te mea, Kei hea he wai kaha?
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5
|Provérbios 31:5|
Kei inu ratou, a ka wareware ki te ture, a ka whakapeau ke i te whakawa o te tangata e tukinotia ana.
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6
|Provérbios 31:6|
Hoatu he wai kaha ma te tangata e tata ana te marere, he waina hoki ki nga wairua pouri:
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7
|Provérbios 31:7|
Tukua ia kia inu, kia wareware ai ki tona rawakore, a kore ake he mahara ki ona mate.
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8
|Provérbios 31:8|
Kia puaki tou mangai mo te wahangu, i te whakawakanga o te hunga katoa kua waiho mo te mate.
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9
|Provérbios 31:9|
Kia puaki tou mangai, whakaritea te whakawa i runga i te tika, tohea te tohe a te ware, a te rawakore.
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10
|Provérbios 31:10|
¶ Ko wai e kite i te wahine e u ana tona pai? Ko tona utu hoki kei runga noa atu i to nga rupi.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva