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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Provérbios 27:1|
¶ Kei whakamanamana koe ki te ra apopo; kahore hoki koe e mohio ko te aha e puta mai i roto i te ra.
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2
|Provérbios 27:2|
¶ Ma tetahi atu tangata te whakamoemiti mou, kaua ma tou mangai ake; ma te tangata ke, kaua ma ou ngutu ake.
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3
|Provérbios 27:3|
¶ He taimaha te kohatu, he taimaha ano te kirikiri; he taimaha atu ia i a raua tahi te pukuriri o te wairangi.
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4
|Provérbios 27:4|
He mea nanakia te riri, he rutaki te aritarita; ko wai ia e tu i mua i te hae?
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5
|Provérbios 27:5|
¶ He pai ke te riri matanui i te aroha huna.
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6
|Provérbios 27:6|
Ko nga patu a te hoa aroha he mea na te pono: ko nga kihi ia a te hoariri auau rawa.
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7
|Provérbios 27:7|
¶ E ngaruru ana te wairua makona ki te honikoma: engari ki te wairua hiakai, reka kau nga mea kawa katoa.
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8
|Provérbios 27:8|
¶ Rite tonu ki te manu e atiutiu noa atu ana i tona kohanga te tangata e atiutiu noa atu ana i tona wahi.
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9
|Provérbios 27:9|
¶ He whakahari ngakau te hinu me te whakakakara; he pera ano nga ahuareka o to te tangata hoa aroha i ahu mai i nga tikanga mateoha i whakatakotoria e tona ngakau.
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10
|Provérbios 27:10|
Ko tou hoa aroha ake, a ko te hoa hoki o tou papa, kaua e whakarerea; kaua hoki e haere ki te whare o tou tuakana i te ra e mate ai koe: he pai ke hoki te hoa e tata ana i te tuakana i tawhiti.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva