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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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1
|Provérbios 25:1|
¶ He whakatauki ano enei na Horomona, he mea tuhi e nga tangata a Hetekia kingi o Hura.
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2
|Provérbios 25:2|
¶ Ko to te Atua whakakororia, he hunga mea; ko to nga kingi whakakororia he rapu mea.
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3
|Provérbios 25:3|
Ko te rangi mo te tiketike, ko te whenua mo te hohonu, a ko te ngakau o nga kingi, te taea te rapu.
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4
|Provérbios 25:4|
¶ Tahia atu te para i te hiriwa, a ka puta mai he oko ma te kaitahi para:
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5
|Provérbios 25:5|
Tangohia atu te tangata kino i te aroaro o te kingi, a ka u tona torona i runga i te tika.
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6
|Provérbios 25:6|
¶ Kei whakaputa i a koe ki mua i te aroaro o te kingi, kei tu hoki ki te wahi o nga metararahi.
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7
|Provérbios 25:7|
He pai he hoki kia kiia mai ki a koe, Haere mai ki runga nei; i te mea kia whakahokia iho koe ki raro i te aroaro o te rangatira i kitea nei e ou kanohi.
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8
|Provérbios 25:8|
¶ Kei hohoro te haere ki te ngangare, kei kore e kitea e koe tau e mea ai i tona mutunga iho, ina meinga koe e tou hoa kia whakama.
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9
|Provérbios 25:9|
Tohea tau tohe ki tou hoa tonu, a kaua e whakina te mea hunga a tetahi:
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10
|Provérbios 25:10|
Kei kohukohutia koe e te tangata i rongo, a kore ake tou ingoa kino e tahuri atu.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva