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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Provérbios 28:1|
¶ E rere ana te hunga kino i te mea kahore he kaiwhai: ko te tangata tika ano ia, ano he raiona te maia.
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2
|Provérbios 28:2|
¶ He he no tetahi whenua i tokomaha ai ona rangatira; na kia ai he tangata e mahara ana, e matau ana, ka mau roa ai tona ahua.
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3
|Provérbios 28:3|
¶ Ko te tangata rawakore e tukino ana i nga ware, ko tona rite kei te ua ta e kore ai te kai.
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4
|Provérbios 28:4|
¶ Ko te hunga e whakarere ana i te ture, he whakamoemiti ta ratou ki te tangata kino: ko ta nga kaipupuri ia o te ture he ngangare ki a ratou.
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5
|Provérbios 28:5|
¶ E kore te hunga kino e mohio ki te whakawa: ko te hunga ia e rapu ana i a Ihowa, ka mohio ratou ki nga mea katoa.
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6
|Provérbios 28:6|
¶ He pai ki te rawakore e haere ana i runga i tona tapatahi, i te tangata he parori ke ona ara, ahakoa he whai taonga ia.
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7
|Provérbios 28:7|
¶ Ko te tangata e pupuri ana i te ture, he tamaiti mohio ia; engari ko te tangata whakahoa ki te hunga kakai, ka whakama tona papa i a ia.
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8
|Provérbios 28:8|
¶ Ko te tangata e whakanui ana i ona rawa ki te moni whakatupu, ki te whakapiki utu, e kohia ana e ia era ma te tangata e atawhaitia ai te rawakore.
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9
|Provérbios 28:9|
¶ Ko te tangata e tahuri ke ana tona taringa, a kahore e rongo ki te ture, ko tana inoi nei ano he mea whakarihariha.
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10
|Provérbios 28:10|
¶ Ko te tangata i meinga ai te hunga tika kia kotiti ke ki te ara he, ka taka a ia ano ki tana ake poka: ka whiwhi ia te hunga ngakau tapatahi ki te pai.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva