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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Provérbios 22:1|
¶ Engari te ingoa pai e whiriwhiria rawatia i nga taonga nui, me te manakohanga aroha i te hiriwa, i te koura.
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2
|Provérbios 22:2|
¶ Ka tutataki te tangata taonga raua ko te rawakore; ko Ihowa te kaihanga o ratou katoa.
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3
|Provérbios 22:3|
¶ Ko te tangata tupato, ka kitea atu e ia te he, ka huna i a ia; ko nga kuware, haere tonu atu, mamae tonu atu.
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4
|Provérbios 22:4|
¶ Ko te hua o te mahaki, a ko te wehi ki a Ihowa, he taonga, he honore, he ora.
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5
|Provérbios 22:5|
¶ He tataramoa, he mahanga kei te ara o te whanoke; ko te tangata ia e tiaki ana i tona wairua, ka matara atu i ena.
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6
|Provérbios 22:6|
¶ Whakatupuria ake te tamaiti i te ara e haere ai ia, a, ka kaumatua, e kore e mahue i a ia.
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7
|Provérbios 22:7|
¶ E whakatakoto tikanga ana te tangata taonga mo nga rawakore; a, ko te tangata i te nama, hei pononga ia ma te tangata nana i whakatarewa mai.
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8
|Provérbios 22:8|
¶ Ko te kairui o te kino, ka kokoti i te he: a ka kahore noa iho te patu o tona riri.
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9
|Provérbios 22:9|
¶ Ko te kanohi ohaoha, ka manaakitia tera; e hoatu ana hoki e ia tetahi wahi o tana taro ma te rawakore.
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10
|Provérbios 22:10|
¶ Peia atu te tangata whakahi, a ka riro te ngangare; ka mutu ano hoki te totohe me te whakahawea.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva