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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Provérbios 26:1|
¶ He pera i te hukarere i te raumati, i te ua hoki i te kotinga witi, te kore e tau o te honore mo te wairangi.
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2
|Provérbios 26:2|
¶ He pera i te manu e rererere noa ana, i te waroa i ona rerenga te kanga pokanoa; e kore e whakatau.
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3
|Provérbios 26:3|
¶ He whiu mo te hoiho, he paraire mo te kaihe, a he rakau mo te tuara o nga wairangi.
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4
|Provérbios 26:4|
¶ Kei rite ki tona whakaarokore tau whakautu ki te wairangi, kei rite hoki a koe na ki a ia.
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5
|Provérbios 26:5|
Kia rite ki tona whakaarokore tau whakautu ki te wairangi, kei mea ia he whakaaro nui ia.
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6
|Provérbios 26:6|
¶ Ko te tangata e tuku korero ana ma te ringa o te wairangi, e tapahi ana i ona waewae ano, e inumia ana hoki te he.
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7
|Provérbios 26:7|
E tautau noa ana nga waewae o te kopa: he pera hoki te whakatauki i te mangai o te wairangi.
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8
|Provérbios 26:8|
Ko te takai mea whakapaipai i roto i te puranga kohatu, ko tona rite kei te tangata e whakakororia ano i te wairangi.
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9
|Provérbios 26:9|
E rite ana ki te tataramoa e wero nei i te ringa o te haurangi, koia ano te whakatauki i te mangai o nga wairangi.
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10
|Provérbios 26:10|
¶ Ka rite ki te kaikopere i tu ai te katoa, te tangata e utu ana i te wairangi me te tangata hoki e utu ana i nga tira haere.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva