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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Provérbios 13:11|
¶ Ko nga taonga i puta mai i te whakamanamana ka iti haere: ko ta te tangata i whakaemi ai, he mea mahi, ka tupu haere.
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12
|Provérbios 13:12|
¶ He manako taringa roa, he patu ngakau: ka tae te koronga, ko te rakau ia o te ora.
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13
|Provérbios 13:13|
¶ Ko te tangata e whakahawea ana ki te kupu, ka ngaro i a ia ano; ko te tangata ia e wehi ana i te whakahau, ka whiwhi ki te utu.
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14
|Provérbios 13:14|
¶ Ko te ture o te hunga whakaaro nui, he puna no te ora, e puta ai i nga reti o te mate.
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15
|Provérbios 13:15|
¶ Ko to te ngarahu pai he homai atawhai; he taikaha ia te ara o te hunga nanakia.
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16
|Provérbios 13:16|
¶ He mahi mohio ta te tangata tupato; ko ta te wairangi he hora i te kuwaretanga.
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17
|Provérbios 13:17|
¶ Ka hinga te karere kino ki te kino; ko te karere pono ia, ano he rongoa.
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18
|Provérbios 13:18|
¶ Ko te tangata kahore e pai ki te papaki, mana te rawakore, te whakama; engari ko te tangata e whai mahara ana ki te ako, ka whakahonoretia.
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19
|Provérbios 13:19|
¶ Ko te hiahia kua rite, he reka ki te wairua: he whakarihariha ia ki nga kuware te whakarere i te kino.
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20
|Provérbios 13:20|
¶ Haere i te taha o te hunga whakaaro nui, a ka whai whakaaro koe: ko te takahoa ia o nga kuware, ka mamae.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva