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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Provérbios 24:11|
¶ Whakaorangia te hunga e kawea atu ana ki te mate, a puritia mai hoki e koe te hunga e meatia ana kia whakamatea.
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|Provérbios 24:12|
Ki te mea koe, Nana, kihai tenei i mohiotia e matou: kahore ianei te kaipauna ngakau i te whakaaro ki tera? a, ko te kaitiaki o tou wairua, kahore ranei ia e mohio? e kore ranei e homai e ia ki te tangata kia rite ki tana mahi?
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|Provérbios 24:13|
¶ Kainga, e taku tama, te honi, he pai hoki; me te honikoma, he mea reka hoki ki tou mangai:
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14
|Provérbios 24:14|
Ka mohio ai koe ki te whakaaro nui, he mea ki tou wairua: ki te kitea e koe, he tukunga iho ano tona, e kore hoki tau i tumanako ai e hatepea.
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|Provérbios 24:15|
¶ Kaua, e te tangata kino, e whanga ki te nohoanga o te tangata tika; kei tukino koe ki tona takotoranga.
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16
|Provérbios 24:16|
E hinga ana hoki te tangata tika, e whitu hinganga, ka ara ake ano: ka whakataka ia te hunga kino e te he.
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|Provérbios 24:17|
¶ Kaua e harakoa ki te hinga tou hoariri, kaua hoki tou ngakau e hari ina taka ia:
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|Provérbios 24:18|
Kei kite a Ihowa, a ka he ki tana titiro, a ka tahuri atu tona riri i a ia.
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19
|Provérbios 24:19|
¶ Kei mamae koe, he mea mo nga kaimahi i te kino, kei hae hoki ki te hunga kino.
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20
|Provérbios 24:20|
Kahore hoki he mutunga pai ki te tangata kino; ka keto hoki te rama a te hunga kino.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva