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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Provérbios 2:11|
Ka ai te ngarahu pai hei tiaki i a koe, te ngakau mohio hei pupuri i a koe;
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12
|Provérbios 2:12|
Hei kukume mai i a koe i te ara o te kino, i te tangata e puta ke ana ana korero;
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13
|Provérbios 2:13|
I te hunga e whakarere nei i nga ara o te tika, e haere ana i nga ara o te pouri;
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14
|Provérbios 2:14|
E koa ana, i a ratou e mahi ana i te kino, e hari ana ki nga tikanga parori ke o te kino;
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15
|Provérbios 2:15|
He ara kopikopiko o ratou, he whanoke ratou i o ratou huarahi:
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16
|Provérbios 2:16|
Hei whakaora i a koe i te wahine tauhou, i te wahine tauhou e whakapati nei ki ana kupu;
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17
|Provérbios 2:17|
Kua whakarerea nei e ia te hoa o tona tamahinetanga, kua wareware ki te kawenata o tona Atua.
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18
|Provérbios 2:18|
E heke atu ana hoki tona whare ki te mate, ona ara ki nga tupapaku.
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19
|Provérbios 2:19|
Ko te hunga katoa e haere atu ana ki a ia e kore e hoki mai; e kore ano e mau i a ratou nga ara o te ora.
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20
|Provérbios 2:20|
A ka haere koe i nga ara o nga tangata pai, ka mau ano ki nga ara o te hunga tika.
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Sugestões

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08 de outubro LAB 647
ESCOLINHA DE JESUS
Mateus 11-13
Um dos melhores livros que li no último ano da faculdade foi “A Pedagogia de Jesus”, de J.M. Price, - JUERP. Quando fui professor, precisei reler este livro. Anteriormente publicado sob o título “Jesus, o Mestre por Excelência”, esse livro é a resultante da vida de trabalho do professor Price: aulas de ensino religioso no Seminário do Sudoeste (EUA), palestras feitas para professores de escolas bíblicas denominacionais, reuniões de congressos e de convenções regionais de classes bíblicas e cursos intensivos. É claro que não trata-se de um livro que pretende ser uma apresentação exaustiva ou erudita de Jesus como mestre. O objetivo dele é extrair da vida e dos ensinos de Jesus aquelas verdades que possam dar aos professores melhor visão e maior estímulo em sua gloriosa tarefa de ensinar.
Penso que nosso estudo deve partir do sentimento de que os professores cristãos (e aqui incluo qualquer pessoa, que em qualquer nível e contexto, ensine algo da Bíblia a outro) são hoje efetivamente a maior força para o ensino e a prática do bem. Ensinar os conceitos bíblicos não é fácil. Os professores de Ensino Religioso sabem muito bem disso. Eles, que laboram sob dificuldades e desencorajamentos mui fortes, para o bendito labor em que estão empenhados, precisam muito - e muito - de inspiração e de maior preparo. Mas qualquer de qualquer cristão espera-se o testemunho. E no testemunho eficaz estão subtendidos o ensino e o aprendizado.
E então, como ser um “ensinador” cristão? Sendo alguém que ensina como Cristo. E como era o ensino de Jesus? Sem teorizações, abra sua Bíblia em Mateus 11-13 e veja, na prática, o que rola na sala de aulas do Grande Mestre. “Quando acabou de instruir...”. O texto já começa assim. Jesus gastou dois terços do seu tempo ministerial ensinando. Ele gostava disso, e, com isso, influenciava. Este deve ter sido o motivo que levou João Batista, o seu primo, e professor precursor, a fazer uma pergunta para Jesus. Ele queria aprender de Jesus. Isto não diz nada a você? Claro que sim, não é mesmo? Então, venha curtir os ensinos do Messias, comigo.
Ele lamenta pelas cidades que não se arrependem dos seus pecados, e diz o porquê. Ele deixa claro sobre como é que os cansados podem encontrar repouso. Ensina também sobre porquê devemos guardar o sábado. Instrui sobre o servo escolhido de Deus, depois, da acusação que fazem contra Ele, deixa mais instruções ainda, como por exemplo sobre o sinal de Jonas. Por fim, deixa claro sobre quem são sua mãe e irmãos e conta sete parábolas.
Quer aprender tudo isto? Você já sabe como.
Valdeci Júnior
Fátima Silva