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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Provérbios 23:11|
No te mea he kaha to ratou kaiwhakaora; ka tohea e ia ta ratou tohe ki a koe.
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|Provérbios 23:12|
¶ Anga atu tou ngakau ki te ako, me ou taringa ki nga kupu o te matauranga.
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|Provérbios 23:13|
Kaua e tohungia te whiu ki te tamaiti: ki te patua hoki ia e koe ki te rakau, e kore ia e mate.
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|Provérbios 23:14|
Tatatia ia e koe ki te rakau, a ka whakaorangia e koe tona wairua i te reinga.
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|Provérbios 23:15|
E taku tama, ki te whakaaro nui tou ngakau, ka koa hoki toku ngakau, ae ra, toku nei ano:
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|Provérbios 23:16|
Ae ra, ka hari oku whatumanawa, ina korero ou ngutu i nga mea tika.
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|Provérbios 23:17|
¶ Kei hae tou ngakau ki te hunga hara; engari kia wehi koe ki a Ihowa, a pau noa te ra.
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|Provérbios 23:18|
He pono hoki tera ano he whakautu; e kore ano hoki tau i tumanako ai e hatepea atu.
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|Provérbios 23:19|
¶ Whakarongo ra, e taku tama, kia whai whakaaro hoki koe, a whakatikaia tou ngakau i te ara.
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20
|Provérbios 23:20|
Kei uru ki te hunga kakai waina; ki te hunga pukukai kikokiko:
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva