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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Provérbios 23:21|
No te mea ka tutuki tahi te tangata inu raua ko te tangata kakai ki te rawakore; he tawhetawhe hoki te kakahu a te momoe mo te tangata.
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22
|Provérbios 23:22|
Whakarongo ki tou papa nana koe; kaua hoki e whakahawea ki tou whaea ina ruruhi ia.
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23
|Provérbios 23:23|
Hokona te pono, kaua hoki e whakawhitiwhitia; ae ra, te whakaaro nui, te ako hoki, me te matauranga.
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24
|Provérbios 23:24|
Nui atu hoki te koa o te papa o te tangata tika; a, ko te tangata e whanau he tama whakaaro nui mana, ka hari ia ki a ia.
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25
|Provérbios 23:25|
Kia hari tou papa raua ko tou whaea, ina, kia koa te wahine i whanau ai koe.
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26
|Provérbios 23:26|
E taku tama, homai tou ngakau ki ahau, kia manako ano hoki ou kanohi ki aku ara.
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27
|Provérbios 23:27|
No te mea he rua hohonu te wahine kairau; he poka kuiti te wahine ke.
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28
|Provérbios 23:28|
Ae ra, ka whanga ia ano he kaipahua, a ka whakatokomahatia e ia nga tangata poka ke.
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29
|Provérbios 23:29|
¶ Ko wai e aue? Ko wai e tangi? Ko wai e totohe? Ko wai e ngangautia? Ko wai e maru, he mea takekore? Ko wai e whero tonu ona kanohi?
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30
|Provérbios 23:30|
Ko te hunga e noho roa ana ki te waina; ko te hunga e haere ana ki te rapu i te waina whakaranu.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva