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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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9
|Levítico 8:9|
A i potaea e ia te potae tohunga ki tona patenga; i maka iho ano te paraharaha koura, te karauna tapu, ki te potae tohunga, ki te wahi ki mau; ko ta Ihowa hoki i whakahau ai ki a Mohi.
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10
|Levítico 8:10|
Na ka mau a Mohi ki te hinu whakawahi, a whakawahia ana e ia te tapenakara, me nga mea katoa i roto, hei whakatapu.
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11
|Levítico 8:11|
A e whitu ana tauhiuhinga atu i te hinu ki te aata, na whakawahia ana e ia te aata me ona oko katoa, te takotoranga wai ano me tona turanga, kia tapu ai.
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12
|Levítico 8:12|
I ringihia ano e ia tetahi wahi o te hinu whakawahi ki runga ki te matenga a Arona, a whakawahia ana ia kia tapu.
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13
|Levítico 8:13|
A i arahina mai e Mohi nga tama a Arona, a whakakakahuria ana nga koti ki a ratou, whitikiria ana hoki nga whitiki ki a ratou, potaea ana hoki nga potae ki a ratou; ko ta Ihowa hoki i whakahau ai ki a Mohi.
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14
|Levítico 8:14|
¶ A i kawea ano e ia te puru mo te whakahere hara: na ka popoki nga ringa a Arona ratou ko ana tama ki te matenga o te puru mo te whakaherehara.
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15
|Levítico 8:15|
A patua iho e ia; a ka tango a Mohi i te toto a pania atu ana ki tona maihao ki nga haona o te aata a tawhio noa, a horohoroa ana e ia te aata, ringihia ana hoki e ia te toto ki te turanga o te aata, a whakatapua ana, hei whakamarie mona.
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16
|Levítico 8:16|
Na ka tango ia i nga ngako katoa o nga whekau, me te taupa o te ate, me nga whatukuhu e rua, me to reira ngako, a tahuna ana e Mohi ki te aata.
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17
|Levítico 8:17|
Ko te puru ia me tona hiako, ona kikokiko, me tona paru, i tahuna e ia ki te ahi i waho o te puni; i peratia ano me ta Ihowa i whakahau ai ki a Mohi.
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18
|Levítico 8:18|
I kawea ano e ia te hipi toa mo te tahunga tinana, a ka popoki nga ringa a Arona ratou ko ana tama ki te matenga o te hipi.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva