-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
1
|Levítico 16:1|
¶ A i korero a Ihowa ki a Mohi i muri i te matenga o nga tama tokorua a Arona, i te mea i whakahere nei raua ki te aroaro o Ihowa, a mate iho;
-
2
|Levítico 16:2|
I korero ano a Ihowa ki a Mohi, Korero ki a Arona, ki tou tuakana, kei haere i nga wa katoa ki te wahi tapu, ki roto i te arai, i tera i mua mai o te taupoki o te aaka; kei mate: ka puta atu hoki ahau i roto i te kapua ki runga ki te taupoki.
-
3
|Levítico 16:3|
Ko nga mea tenei hei haerenga mo Arona ki roto ki te wahi tapu: ko te kuao puru hei whakahere hara, me te hipi toa hei tahunga tinana.
-
4
|Levítico 16:4|
Me kakahu e ia te koti rinena tapu; hei tona kikokiko nga tarau rinena, me whitiki ano ki a ia te whitiki rinena, me potae ano te potae rinena: ko nga kakahu tapu enei; mo reira me horoi e ia tona kikokiko ki te wai, ka kakahu ai.
-
5
|Levítico 16:5|
¶ Na ka mau ia ki etahi koati kia rua a te whakaminenga o nga tama a Iharaira hei whakahere hara, kia kotahi hoki te hipi toa hei tahunga tinana.
-
6
|Levítico 16:6|
A ka whakaherea e Arona tana puru mo te whakahere hara, te mea hoki mona, a ka whakamarie mona, mo tona whare hoki.
-
7
|Levítico 16:7|
Na ka mau ia ki nga koati e rua, ka tapae ki te aroaro o Ihowa ki te whatitoka o te tapenakara o te whakaminenga.
-
8
|Levítico 16:8|
Na ka maka he rota e Arona mo nga koati e rua, tetahi rota mo ta Ihowa, tetahi rota mo te koati haere noa.
-
9
|Levítico 16:9|
A ka kawea mai e Arona te koati i puta nei ta Ihowa rota ki a ia, a ka whakaherea hei whakahere hara.
-
10
|Levítico 16:10|
Ko te koati ia i puta nei te rota ki a ia hei koati haere noa, katapaea oratia ki te aroaro o Ihowa, ki te whakamarie mona, kia tukua ai ki te koraha hei koati haere noa.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva