-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
1
|Levítico 3:1|
¶ Na, mehemea he patunga mo te pai tana e tapae ai; ki te mea no nga kau tana whakahere, ahakoa toa, ahakoa uha, kia kohakore tana e tuku ai ki te aroaro o Ihowa.
-
2
|Levítico 3:2|
Na ka popoki tona ringa ki te matenga o tana whakahere, ka patu ai ki te whatitoka o te tapenakara o te whakaminenga: na ka tauhiuhia te toto e nga tohunga, e nga tama a Arona, ki te aata a tawhio noa.
-
3
|Levítico 3:3|
Na me tapae e ia he whakahere ahi ki a Ihowa i roto i te patunga mo te pai; ko te ngako e whiwhiwhiwhi ana ki nga whekau, me te ngako katoa o nga whekau,
-
4
|Levítico 3:4|
Me nga whatukuhu e rua, me to reira ngako, tera i te hope, me te taupa i te ate, me nga whatukuhu, me tango tera e ia.
-
5
|Levítico 3:5|
A me tahu e nga tama a Arona ki te aata, ki runga i te tahunga tinana i runga i nga wahie o te ahi: he whakahere ahi tena, he kakara reka ki a Ihowa.
-
6
|Levítico 3:6|
¶ A, ki te mea no nga hipi tana e tapae ai ki a Ihowa hei patunga mo te pai; he toa, he uha ranei, kei whai koha tana e tuku ai.
-
7
|Levítico 3:7|
Ki te tapaea e ia he reme hei whakahere mana, me tapae ki te aroaro o Ihowa:
-
8
|Levítico 3:8|
Me popoki hoki tona ringa ki te pane o tana whakahere, ka patu ai ki mua i te tapenakara o te whakaminenga: a ka tauhiuhia ona toto e nga tama a Arona ki te aata a tawhio noa.
-
9
|Levítico 3:9|
Me tapae ano e ia tetahi wahi o te patunga mo te pai hei whakahere ahi ki a Ihowa; ko tona ngako me te hiawero katoa, kia tino tata ki te tiki tana tapahanga; a ko te ngako e whiwhiwhiwhi ana ki nga whekau, me te ngako katoa o nga whekau,
-
10
|Levítico 3:10|
Me nga whatakuhu e rua, me to reira taupa, tera i te hope, me te taupa o te ate, me nga whatukuhu, me tango tera e ia.
-
-
Sugestões

Clique para ler Salmos 100-105
02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva