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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Levítico 23:14|
Kaua ano hoki e kai i te taro, i te mea pahuhu, i nga puku hou ranei, kia taea ra ano te tino ra e kawea ai te whakahere ki to koutou Atua: he tikanga pumau ma o koutou whakatupuranga i o koutou nohoanga katoa.
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|Levítico 23:15|
¶ Me tatau ano e koutou i te aonga ake o te hapati, i te ra i kawea ai te paihere mo te whakahere poipoi; kia tino rite nga hapati e whitu:
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|Levítico 23:16|
Kia tae ra ano ki te aonga ake o te whitu o nga hapati ta koutou tatau i nga ra e rima tekau; ka whakahere ai koutou i te whakahere totokore, i te mea hou ki a Ihowa.
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|Levítico 23:17|
Me kawe mai e koutou i roto i o koutou nohoanga, kia rua nga taro poipoi e rua nei o raua whakatekau o te epa: he mea paraoa, he mea i tunua rewenatia, a ko nga tuapora ena ma Ihowa.
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|Levítico 23:18|
Me whakahere tahi ano me te taro kia whitu nga reme, hei te mea kohakore, hei te tau tahi, me tatahi puru kuao, me nga hipi toa e rua: hei tahunga tinana ena ki a Ihowa, te whakahere totokore ano hoki, me nga ringihanga, hei whakahere ahi, hei k akara reka ki a Ihowa.
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|Levítico 23:19|
Na ka whakaherea tetahi koati toa hei whakahere hara, kia rua ano hoki nga reme toa, hei te tau tahi, hei patunga mo te pai.
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|Levítico 23:20|
Me poipoi ngatahi e te tohunga me te taro o nga tuapora, hei whakahere poipoi, ki te aroaro o Ihowa, me nga reme e rua: ka tapu ena ki a Ihowa ma te tohunga.
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21
|Levítico 23:21|
Me karanga ano i taua tino ra he huihuinga tapu ma koutou: kaua e mahia tetahi mahi a te kaimahi: he tikanga pumau i o koutou nohoanga katoa, ma o koutou whakatupuranga.
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22
|Levítico 23:22|
A ka kotia nga hua o to koutou whenua, kaua e tino whakapotoa nga kokonga o tau mara ina kotia e koe, kaua ano hoki e hamua nga toenga o au hua: me waiho ma te rawakore, ma te manene: ko Ihowa ahau, ko to koutou Atua.
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23
|Levítico 23:23|
¶ I korero ano a Ihowa ki a Mohi, i mea,
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva