-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
47
|Levítico 25:47|
Ki te whai rawa hoki te manene, noho noa ranei, i roto i a koe, a ka rawakoretia tou teina i tona taha, a ka hoko i a ia ki te manene, ki te noho noa ranei i roto i a koe, ki te toronga ranei o te hapu o te manene:
-
48
|Levítico 25:48|
E whakahokia ano ia mo te utu i muri i tona hokonga; ma tetahi o ona teina ia e whakahoki.
-
49
|Levítico 25:49|
Ma tona matua keke, ma te tamaiti ranei a tona matua keke ia e whakahoki, ma tetahi ranei o ona whanaunga tupu o tona hapu ia e whakahoki; mana ano ranei ia e whakahoki, ki te taea e ia.
-
50
|Levítico 25:50|
Na ka tatau ia, raua ko te tangata nana ia i hoko, ka timata i te tau i hokona ai ia ki a ia, tae noa ki te tau tiupiri: a ka rite te utu e hokona ai ia ki te maha o nga tau; kia rite ki o te kaimahi ona ra ki a ia.
-
51
|Levítico 25:51|
Ki te maha ake nga tau, kia rite ki ena te utu mo tona hokinga e whakahokia atu e ia i roto i te moni i hokona ai ia.
-
52
|Levítico 25:52|
A ki te torutoru nga tau e toe ana ki te tau tiupiri, na ka tatau raua; a kia rite ki ona tau te utu e whakahokia e ia ki a ia.
-
53
|Levítico 25:53|
Ko tona noho ki a ia kia rite ki ta te kaimahi e utua ana i te tau: kaua hoki tera e whakatupu rangatira nanakia ki a ia i tau tirohanga.
-
54
|Levítico 25:54|
A ki te kahore ia e hokona i enei tikanga, na me haere atu ia i te tau tiupiri, ratou tahi ko ana tamariki.
-
55
|Levítico 25:55|
He pononga hoki ki ahau nga tama a Iharaira; ko aku pononga ratou i whakaputaina mai e ahau i te whenua o Ihipa; ko Ihowa ahau, ko to koutou Atua.
-
1
|Levítico 26:1|
¶ Kei hanga koutou he whakapakoko ma koutou, kei whakaara ranei he whakapakoko, he mea whaowhao, he pou ranei, kaua ano hoki he kohatu ahua ki to koutou whenua hei koropikotanga atu: ko Ihowa hoki ahau, ko to koutou Atua.
-
-
Sugestões

Clique para ler Jeremias 30-32
19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva