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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Levítico 6:11|
Na ka whakarere atu ia i ona kakahu, ka kakahu i etahi atu kakahu, a ka mau i nga pungarehu ki waho i te puni, ki te wahi pokekore.
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12
|Levítico 6:12|
Kia ka tonu ano te ahi o te aata, kei pirau: me whakau ano e te tohunga nga wahie ki runga, i tenei ata, i tenei ata; me ata whakatakoto ano e ia te tahunga tinana ki runga, a me tahu e ia te ngako o nga whakahere mo te pai ki runga.
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13
|Levítico 6:13|
Kia ka tonu te ahi i runga i te aata; kei pirau.
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14
|Levítico 6:14|
¶ Na ko te ture tenei mo te whakahere totokore: ma nga tama a Arona e tapae ki te aroaro o Ihowa, ki mua i te aata.
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15
|Levítico 6:15|
Me ao e ia, kia ki tona ringa, i te paraoa pai o te whakahere totokore, i te hinu hoki, me te parakihe katoa ano hoki i runga i te whakahere totokore, ka tahu ai ki runga ki te aata hei kakara reka, hei whakamahara mo taua mea ki a Ihowa.
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16
|Levítico 6:16|
A ma Arona ratou ko ana tama e kai te toenga o taua mea: me kai kore rewena ki te wahi tapu; hei te marae o te tapenakara o te whakaminenga ratou kai ai.
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17
|Levítico 6:17|
E kore e tunua rewenatia. Kua hoatu e ahau taua mea hei wahi ma ratou i roto i aku whakahere ahi. He tino tapu tena, rite tonu ano ki te whakahere hara, ki te whakahere mo te he.
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18
|Levítico 6:18|
Hei kai tena ma nga tane katoa o nga tama a Arona, hei wahi pumau ma ratou puta noa i o koutou whakatupuranga o nga whakahere ahi a Ihowa: ka tapu nga tangata katoa e pa ana ki ena.
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19
|Levítico 6:19|
I korero ano a Ihowa ki a Mohi, i mea,
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20
|Levítico 6:20|
Ko te whakahere tenei ma Arona ratou ko ana tama, ko ta ratou e whakahere ai ki a Ihowa i te ra e whakawahia ai ia; ko te whakatekau epa paraoa hei whakahere totokore, hei mea mau tonu, ko tetahi wahi ona i te ata, ko tetahi wahi i te ahiahi.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva