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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Gênesis 50:4|
A, ka taka nga ra e uhungatia ia ia, ka korero a Hohepa ki te whare o Parao, ka mea, Na, ki te mea kua manakohia ahau e koutou, tena, korero atu ki nga taringa o Parao, mea atu,
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|Gênesis 50:5|
I whakaoati toku papa i ahau, i mea, Ka mate tenei ahau: hei roto i taku tanumanga i keria e ahau moku ki te whenua o Kanaana, hei reira ahau tanumia ai e koe. Na kia tukua ahau e koe aianei kia haere ki runga, ki te tanu i toku papa, ka hoki mai ai.
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|Gênesis 50:6|
Na ka mea a Parao, Haere ki runga ki te tanu i tou papa, kia rite ki tana i whakaoati ai i a koe.
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|Gênesis 50:7|
¶ Na haere ana a Hohepa ki runga ki te tanu i tona papa, i haere tahi ano i a ia nga pononga katoa a Parao, nga kaumatua o tona whare, me nga kaumatua katoa o te whenua o Ihipa,
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|Gênesis 50:8|
Me te whare katoa ano hoki o Hohepa, ratou ko ona tuakana, me te whare ano hoki o tona papa; ko a ratou tamariki anake, me a ratou hipi, me a ratou kau i mahue i a ratou i te whenua o Kohena.
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|Gênesis 50:9|
I haere tahi ano i a ia nga hariata me nga tangata hoiho: he nui whakaharahara te tira.
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|Gênesis 50:10|
Na ka tae ratou ki te patunga witi a Atara, i tawahi o Horano, a he tino nui whakaharahara te tangihanga i tangi ai ratou ki reira: e whitu hoki nga ra i uhungatia ai e ia tona papa.
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11
|Gênesis 50:11|
A, ka kite nga tangata whenua, nga Kanaani, i te uhunga i te patunga witi a Atara, ka mea ratou, He uhunga nui tenei na nga Ihipiana: na reira i huaina ai te ingoa o reira ko Apere Mitiraima, kei tawahi hoki o Horano.
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12
|Gênesis 50:12|
Na rite tonu ki tana i whakahau ai ki a ratou tana tama i mea ai ki a ia:
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|Gênesis 50:13|
I kawea hoki ia e ana tama ki te whenua o Kanaana, a tanumia ana ki te ana i te parae o Makapera, i hokona tahitia nei e Aperahama me te parae i a Eperona Hiti, kia puritia hei tanumanga, kei te ritenga atu o Mamere.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva