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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 37:1|
¶ A i noho a Hakopa i te whenua i noho manene ai tona papa, i te whenua o Kanaana.
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2
|Gênesis 37:2|
Ko nga whakatupuranga enei o Hakopa. Kotahi tekau ma whitu nga tau o Hohepa, a i te whangai hipi ia, ratou ko ona tuakana; he taitama hoki ia i te taha o nga tama a Piriha, o nga tama a Tiripa, a nga wahine a tona papa: a ka kawea e Hohepa te kor ero kino mo ratou ki to ratou papa.
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3
|Gênesis 37:3|
Na i arohaina nuitia a Hohepa e Iharaira i ana tama katoa, no te mea ko te tama ia o tona koroheketanga: a ka hanga e ia tetahi koti purepure mona.
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4
|Gênesis 37:4|
A ka kite ona tuakana e arohatia nuitia ana ia e to ratou papa i ona tuakana katoa, na ka kino ratou ki a ia, kihai ano hoki i ahei te ata korero ki a ia.
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5
|Gênesis 37:5|
¶ Na ka moe a Hohepa i tetahi moe, a ka korerotia e ia ki ona tuakana; ka nui haere ano to ratou kino ki a ia.
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6
|Gênesis 37:6|
A i mea ia ki a ratou, Tena, whakarongo ki tenei moe i moe nei ahau:
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7
|Gênesis 37:7|
Nana, i te paihere witi tatou i waenga mara, na ka whakatika ake taku paihere, a ka tu; ko te tino karapotinga mai o a koutou paihere, kei te piko iho ki taku paihere.
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8
|Gênesis 37:8|
Na ka mea ona tuakana ki a ia, Koia ranei ko koe hei kingi mo matou? hei rangatira ano ranei koe mo matou? Na ka nui haere ano to ratou kino ki a ia mo ana moe, mo ana kupu.
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9
|Gênesis 37:9|
A i moe ano ia i tetahi atu moe, a ka korerotia e ia ki ona tuakana, ka mea ia, Nana, tenei ano hoki tetahi moe i moe ai ahau; na, ko te ra me te marama, me nga whetu kotahi tekau ma tahi, e piko mai ana ki ahau.
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10
|Gênesis 37:10|
A ka korerotia e ia ki tona papa ratou ko ona tuakana: na ka whakatupehupehu tona papa ki a ia, ka mea ki a ia, He aha tenei moe i moe nei koe? Tera ranei matou, ko tou whaea, ko ou tuakana, e haere mai ki te piko ki a koe, ki te whenua?
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Sugestões

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25 de outubro LAB 664
RETRATOS REVELADOS POR JESUS
Lucas 15-17
Antigamente, a gente carregava um trambolhão pesado, com um baita de um holofote conectado em cima, um rolo de fita plástica pra colocar como carga por dentro, do que chamávamos de máquina fotográfica. Era a máquina fotográfica que tínhamos. E parecia que quanto maior, melhor. Você se lembra? Filmes de 12, 24 ou... no máximo, 36 cliques, e era tudo. Ou melhor, ainda não era tudo, porque nem era possível saber imediatamente o resultado.
Então vinha o processo da revelação. Precisava-se saber tirar o rolo para não estragar os quadro e levá-lo a uma casa de revelação. Depois, esperar por alguns dias e preparar um bom dinheiro. Com aquela grana, pagava-se pelas boas fotos, e por aquelas horríveis também: “se não sabe bater fotos, problema seu!”. Era, realmente, uma revelação, daquilo que a expectativa esperava sem piscar, para descobrir as bem tiradas, as bem posadas, as bem erradas e as bem perdidas. As melhores tinham que ser muito bem guardadas, reproduzidas, pois, como peças raras, tornavam-se históricas.
Hoje, com tudo ao contrário, aquilo tudo virou conto. O aparelhinho faz 1001 coisas e, também tira boas fotos. Pode ser um celular, um MP sei lá quanto, uma câmera digital, uma caneta eletrônica ou até mesmo um relógio de pulso. A impressão atual é que, quanto menor, mais tecnológico. Esses você conhece: milhares de pixels, bytes e possibilidades. Para conseguir dar conta disso tudo, haja criatividade e rapidez de pensamento.
Antes que o ato aconteça, o LCD já lhe “revela” como vai ficar. Desse jeito, qualquer um consegue um bom retrato, nem que seja com muita insistência. Afinal, a tecla “del” existe pra ajudar nisto mesmo. Não custa nada, tirar milhares escolher uma e apagar o resto. Com isto, conseguimos mais e mais imagens lindas, que podem refletir melhor as belezas da natureza, das artes, do universo que nos rodeia. Até a nossa própria imagem fica melhor valorizada, com tantos recursos de captação e tratamento daquilo que é retratado.
“Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas (Hebreus 1:1)...”. Ninguém nunca vira a Deus. Pela fé, num YHWH invisível, conhecido principal e - quase que – somente através da tradição oral (de boca em boca), eles se esforçavam para merecer, ao menos de longe, ter em si um pequeno reflexo que, um dia, talvez, revelar-se-ia.
“...mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho (Hebreus 1:2)...”. Em Lucas, do capítulo 15 em diante, você encontra retratos, revelados por Jesus, do Deus no Novo Testamento: um Pai de amor, que, por Sua graça, lhe redime à Sua imagem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva