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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 20:1|
¶ Na ka turia atu e Aperahama i reira ki te whenua i te tonga, a ka noho ki waenganui o Karehe, o Huru, a ka noho ia ki Kerara, he noho manene.
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2
|Gênesis 20:2|
Na ko Hara, ko tana wahine, ka kiia e Aperahama, Ko toku tuahine ia: a ka tonoa mai e Apimereke kingi o Kerara, tangohia atu ana a Hara.
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3
|Gênesis 20:3|
¶ Na ka puta moemoea mai te Atua ki a Apimereke i te po, ka mea ki a ia, Nana, ka mate koe mo te wahine i tangohia nei i koe; he wahine hoki ia na te tane.
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4
|Gênesis 20:4|
Kahore ano ia a Apimereke kia tata noa ki a ia; a ka mea ia, E te Ariki, ka whakamate ano ranei koe i te iwi tika?
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5
|Gênesis 20:5|
Kahore ranei ia i mea mai ki ahau, Ko toku tuahine ia? me te wahine hoki, i mea mai ano ia, Ko toku tungane ia: he tapatahi toku ngakau, he harakore hoki oku ringa i mea ai ahau i tenei mea.
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6
|Gênesis 20:6|
A ka korero moemoea mai te Atua ki a ia, Ae ra, i mohio tonu ahau he tapatahi tou ngakau i a koe i mea ai i tenei mea; i pupuri hoki ahau i a koe kei hara koe ki ahau; na reira koe te tukua ai e ahau kia pa ki a ia.
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7
|Gênesis 20:7|
Na, whakahokia akuanei te wahine a tena tangata; no te mea hoki he poropiti ia, a mana e inoi mou, a ka ora koe: ki te kore e whakahokia e koe, kia mohio koe, ka tino mate koe, koutou ko nga mea katoa i a koe.
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8
|Gênesis 20:8|
¶ Na i te ata tu ka maranga a Apimereke, karangatia ana ana tangata katoa, a korerotia ana enei mea katoa ki o ratou taringa: a nui atu te wehi o aua tangata.
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9
|Gênesis 20:9|
Na ka karanga a Apimereke ki a Aperahama, ka mea ki a ia, He mahi aha tenei au ki a matou? a he aha toku hara ki a koe, i takina mai ai e koe he hara nui ki ahau, ki toku kingitanga ano hoki? kua meinga e koe etahi mea ki ahau kahore nei i tika k ia mahia.
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10
|Gênesis 20:10|
A ka mea ano a Apimereke ki a Aperahama, I kite koe i te aha i meatia ai tenei mea e koe?
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva