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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 14:1|
¶ Na, i nga ra o Amarapera, Kingi o Hinara, o Arioka, kingi o Eratara, o Keroraoma, kingi o Erama, o Tirara hoki, kingi o Korimi;
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2
|Gênesis 14:2|
Ka whawhai enei ki a Pera, kingi o Horoma, ratou ko Pireta, kingi o Komora, ko Hinapa, kingi o Arema, ko Hemepera, kingi o Tepoimi, ko te kingi hoki o Pera, ara o Toara.
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3
|Gênesis 14:3|
I huihui katoa enei ki te raorao i Hirimi, ara ki te Moana Tote.
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4
|Gênesis 14:4|
Kotahi tekau ma rua nga tau i mahi ai ratou ki a Keroraoma, a i te kotahi tekau ma toru o nga tau ka whakakeke ratou.
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5
|Gênesis 14:5|
Na i te tekau ma wha o nga tau ka haere mai a Keroraoma, ratou ko nga kingi i whakauru ki a ia, a patua iho e ratou nga Repaima i Ahateroto Karanaima, ratou ko nga Tutimi i Hama me nga Emime i Hawe Kiriataima,
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6
|Gênesis 14:6|
Me nga Hori i to ratou maunga, i Heira, a tae noa ki Ereparana, ki te taha o te koraha.
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7
|Gênesis 14:7|
Na ka hoki ratou, a ka tae ki Enimihipata, ara ki Karehe, a patua katoatia ana e ratou te whenua o nga Amareki, ratou ko nga Amori i noho ra i Hatetonatamara.
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8
|Gênesis 14:8|
Na ka puta atu te kingi o Horoma, ratou ko te kingi o Komora, ko te kingi o Arema, ko te kingi o Tepoimi, me te kingi o Pera, ara o Toara; a ka turia e ratou he pakanga ki a ratou ki te raorao i Hirimi;
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9
|Gênesis 14:9|
Ki a Keroraoma, kingi o Erama, ki a Tirara, kingi o Koimi, ki a Amarapera, kingi o Hinara, ratou ko Arioka, kingi o Eratara, tokowha enei kingi, tokorima hoki era.
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10
|Gênesis 14:10|
Na, ki tonu te raorao i Hirimi i te poka uku; na ka whati nga kingi o Horoma raua ko Komora, a ka hinga ki reira; a rere ana nga morehu ki te maunga.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva