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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 12:1|
¶ Na ka mea atu a Ihowa ki a Aperama, Haere atu i tou whenua, i roto i ou whanaunga, i te whare ano hoki o tou papa, ki te whenua e whakaaturia e ahau ki a koe:
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2
|Gênesis 12:2|
A ka meinga koe e ahau hei iwi nui, ka manaakitia ano koe e ahau, ka whakanuia ano hoki tou ingoa; a ka waiho koe hei manaakitanga:
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3
|Gênesis 12:3|
A ka manaaki ahau i te hunga e manaaki ana i a koe, ka kanga hoki i te tangata e kanga ano i a koe: a mau ka manaakitia ai nga hapu katoa o te whenua.
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4
|Gênesis 12:4|
¶ Na haere ana a Aperama, pera ana me ta Ihowa i korero ai ki a ia; i haere tahi ano a Rota i a ia; a e whitu tekau ma rima nga tau o Aperama i tona hekenga mai i Harana.
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5
|Gênesis 12:5|
Na ka tango a Aperama i a Harai, i tana wahine raua ko Rota tama a tona teina, i o ratou rawa katoa i whakaemi ai, i nga mea ora katoa i whiwhi ai ratou ki Harana; a whakatika ana ratou, haere ana ki te whenua o Kanaana; na, ka tae ratou ki te wh enua o Kanaana.
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6
|Gênesis 12:6|
¶ Na ka tika a Aperama na waenganui o te whenua ki te wahi o Hekeme, ki te oki i More. I taua whenua ano te Kanaani i taua wa.
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7
|Gênesis 12:7|
Na ka puta a Ihowa ki a Aperama, ka mea, Ka hoatu e ahau tenei whenua ki tou uri. Na ka hanga e ia tetahi aata ki reira ma Ihowa i puta mai nei ki a ia.
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8
|Gênesis 12:8|
Na ka neke atu ia i reira ki te maunga i te rawhiti o Peteere, a ka whakatu i tona teneti; ko Peteere ki te hauauru, ko Hai ki te rawhiti: i hanga ano e ia tetahi aata ma Ihowa ki reira, a karanga ana ki te ingoa o Ihowa.
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9
|Gênesis 12:9|
Na ka turia atu e Aperama, me te neke haere whaka te tonga.
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10
|Gênesis 12:10|
¶ A he matekai to te whenua: a ka haere a Aperama ki raro, ki Ihipa, ki reira noho ai; he nui hoki te matekai o te whenua.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva