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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 9:1|
¶ Na ka manaakitia a Noa ratou ko ana tama e te Atua. I mea ia ki a ratou, Kia hua, kia tini koutou, kia kapi ano hoki te whenua i a koutou.
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2
|Gênesis 9:2|
A ko to koutou wehi, ko to koutou whakamataku, ka tau ki runga ki nga kirehe katoa o te whenua, ki nga manu katoa o te rangi, ki nga mea katoa e ngahue ana i runga i te whenua, ki nga ika katoa ano hoki o te moana; kua hoatu ena mea ki to koutou ringa.
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3
|Gênesis 9:3|
Hei kai ma koutou nga mea korikori katoa, nga mea ora; rite tonu ki taku hoatutanga i nga otaota matomato taku hoatutanga i nga mea katoa ki a koutou.
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4
|Gênesis 9:4|
Otiia kaua e kainga e koutou te kikokiko me tona ora, ara ko ona toto.
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5
|Gênesis 9:5|
Na ko o koutou toto, ko te toto e ora nei koutou, he pono ka rapua e ahau he utu; ka rapua e ahau he utu i nga kirehe katoa; i te tangata ano hoki, ka rapua e ahau he utu mo te matenga o te tangata i te teina o ia tangata, o ia tangata.
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6
|Gênesis 9:6|
Ko ia e whakaheke i nga toto o te tangata, ma te tangata ano ona toto e whakaheke: no te Atua hoki te ahua i hanga ai e ia te tangata.
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7
|Gênesis 9:7|
A ko koutou, kia hua, kia tini; kia nui to koutou uri ki runga kite whenua, kia tini hoki ki reira.
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8
|Gênesis 9:8|
¶ A i korero te Atua ki a Noa ratou ko ana tama, i mea,
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9
|Gênesis 9:9|
Ko ahau nei, nana, ka whakapumau ahau i taku kawenata ki a koutou, ki to koutou uri i muri i a koutou;
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10
|Gênesis 9:10|
Ki nga mea ora katoa hoki i a koutou, ki te manu, ki te kararehe, ki nga kirehe katoa hoki o te whenua e noho ana i a koutou; ki nga mea katoa i puta mai i roto i te aaka, puta noa ki nga kirehe katoa o te whenua.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva