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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 6:1|
¶ Na ka timata te tangata te tini haere ki runga ki te mata o te whenua, a ka whanau a ratou tamahine,
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2
|Gênesis 6:2|
Ka kite nga tama a te Atua i nga tamahine a te tangata, he ataahua; na ka tango ratou i a ratou i pai ai o ratou katoa, hei wahine ma ratou.
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3
|Gênesis 6:3|
¶ Na ka mea a Ihowa, E kore toku wairua e whakawa tonu i te tangata, he kikokiko nei ano hoki ia: na kia kotahi rau kia rua tekau tau ona ra.
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4
|Gênesis 6:4|
¶ He roroa nga tangata o te whenua i aua ra, a i muri iho, i te haerenga o nga tama a te Atua ki nga tamahine a te tangata, a ka whanau a ratou tamariki, ko ratou nga marohirohi o mua, he tangata whai ingoa.
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5
|Gênesis 6:5|
A ka kite te Atua he nui te kino o te tangata i runga i te whenua, he kino hoki nga tokonga ake o nga whakaaro katoa o tona ngakau i nga wa katoa.
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6
|Gênesis 6:6|
¶ Na ka puta ke te whakaaro o Ihowa i hanga ai e ia te tangata ki runga ki te whenua, a ka pouri tona ngakau.
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7
|Gênesis 6:7|
Na ka mea a Ihowa, Ka whakangaromia atu e ahau i te mata o te whenua te tangata i hanga nei e ahau; te tangata, te kirehe, te mea ngokingoki, me nga manu o te rangi; kua puta ke hoki toku whakaaro i hanga ai ratou e ahau.
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8
|Gênesis 6:8|
¶ Ko Noa ia i manakohia e Ihowa.
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9
|Gênesis 6:9|
Ko nga whakatupuranga enei o Noa: ko Noa he tangata tika, he ngakau tapatahi i ona whakatupuranga: i haereere tahi a Noa i te Atua.
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10
|Gênesis 6:10|
A whanau ake nga tama a Noa tokotoru, ko Hema, ko Hama, ko Iapeta.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva