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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 22:1|
¶ Na i muri i enei mea ka whakamatau te Atua i a Aperahama, ka mea ki a ia, E Aperahama: ka mea ia, Tenei ahau.
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2
|Gênesis 22:2|
Na ka mea ia, Kawea atu tau tamaiti, tau huatahi, tau e aroha nei, a Ihaka, a haere ki te whenua o Moria; ka whakaeke i a ia ki reira hei tahunga tinana ki runga ki tetahi o nga maunga e korero ai ahau ki a koe.
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3
|Gênesis 22:3|
¶ Na ka maranga wawe a Aperahama i te ata, a whakanohoia ana e ia tana kaihe, a mauria ana e ia etahi o ana taitamariki hei hoa mona, me Ihaka hoki, me tana tama, a tatangia ana e ia nga wahie mo te tahunga tinana, a whakatika ana, haere ana ki te wahi i korero ai te Atua ki a ia.
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4
|Gênesis 22:4|
I te ra tuatoru ka maranga nga kanohi o Aperahama, a ka kite ia i taua wahi i tawhiti.
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5
|Gênesis 22:5|
Na ka mea a Aperahama ki ana taitamariki, E noho korua i konei ki te kaihe; ka haere maua ko te tamaiti nei ki ko, ki te koropiko, ka hoki mai ai ki a korua.
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6
|Gênesis 22:6|
Na ka tango a Aperahama i te wahie mo te tahunga tinana, a whakawaha ana e ia ki a Ihaka, ki tana tama; a ka mauria e ia he ahi i tona ringa me tetahi maripi; a haere tahi ana raua.
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7
|Gênesis 22:7|
Na ka korero a Ihaka ki a Aperahama, ki tona papa, ka mea, E toku matua: ka mea ia, Tenei ahau, e taku tama. A ka mea ia, Nana, ko te ahi me nga wahie: kei hea ia te reme hei tahunga tinana?
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8
|Gênesis 22:8|
Ka mea a Aperahama, Kei te Atua te whakaaro, e taku tamaiti, ki tetahi reme mana hei tahunga tinana: na ka haere tahi raua.
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9
|Gênesis 22:9|
A ka tae raua ki te wahi i korero ai te Atua ki a ia; a ka hanga e Aperahama tetahi aata ki reira, a whakapapatia ana e ia nga wahie, na ka herea e ia a Ihaka, tana tama, whakatakotoria iho ki te aata, ki runga ki nga wahie.
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10
|Gênesis 22:10|
Na ka totoro atu te ringa o Aperahama, ka mau ki te maripi hei patu mo tana tama.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva