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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 45:1|
¶ Na kihai i taea e Hohepa te whakamanawanui i te aroaro o te hunga katoa e tu ana i tona taha; a ka karanga ia, Haere katoa atu nga tangata i toku taha. A kihai i tu tetahi tangata i tona taha, i a Hohepa e whakaatu ana i a ia ki ona tuakana.
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2
|Gênesis 45:2|
Na he nui tona reo ki te tangi: a ka rongo nga Ihipiana, ka rongo ano hoki te whare o Parao.
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3
|Gênesis 45:3|
Na ka mea a Hohepa ki ona tuakana, Ko Hohepa ahau; e ora ana ano ranei toku papa? A kihai ona tuakana i ahei te whakahoki kupu ki a ia; i pororaru hoki ratou i tona aroaro.
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4
|Gênesis 45:4|
A ka mea a Hohepa ki ona tuakana, Whakatata mai ra ki ahau. A ka whakatata ratou. A ka mea ia, Ko Hohepa ahau, ko to koutou teina i hokona nei e koutou ki Ihipa.
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5
|Gênesis 45:5|
Na, kaua ra e pouri, kaua hoki e mumura o koutou kanohi, mo koutou i hoko i ahau ki konei: no te mea he mea tono mai ahau e te Atua ki mua i a koutou hei whakaora tangata.
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6
|Gênesis 45:6|
Ka rua hoki enei tau o te matekai ki te whenua: kei muri ano etahi atu tau e rima, e kore ai e parau, e kore ai e kokoti.
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7
|Gênesis 45:7|
Kua tonoa mai nei hoki ahau e te Atua ki mua i a koutou kia whai putanga ai koutou ki te ao, kia ora ai hoki koutou i runga i te whakaoranga nui.
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8
|Gênesis 45:8|
Ina, ehara i a koutou nana ahau i tono mai ki konei, engari na te Atua; kua waiho hoki ahau e ia hei matua ki a Parao, hei ariki ano mo tona whare katoa, hei kawana hoki mo te whenua katoa o Ihipa.
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9
|Gênesis 45:9|
Hohoro, haere ki runga, ki toku papa, mea atu ki a ia, He penei te kupu a tau tama a Hohepa, Kua meinga ahau e te Atua hei ariki mo Ihipa katoa; haere mai ki ahau, kaua e whakaroa.
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10
|Gênesis 45:10|
A me noho koe ki te whenua o Kohena, a ka tata koe ki ahau, koutou ko au tama, ko nga tama hoki a au tama, me au kahui, me au kau, me au mea katoa:
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva