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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 50:1|
¶ Na ka hinga a Hohepa ki runga ki te mata o tona papa, a ka tangi i runga i a ia, ka kihi hoki i a ia.
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2
|Gênesis 50:2|
Na ka whakahau a Hohepa i ana tangata, i nga kairongoa, kia whakapakokotia tona papa; na whakapakokotia ana a Iharaira e nga kairongoa.
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3
|Gênesis 50:3|
Na ka tutuki ona ra e wha tekau; ko nga ra hoki ena e whakatutukitia ana mo te hunga e whakapakokotia ana: a e whitu tekau nga ra i uhungatia ai ia e nga Ihipiana.
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4
|Gênesis 50:4|
A, ka taka nga ra e uhungatia ia ia, ka korero a Hohepa ki te whare o Parao, ka mea, Na, ki te mea kua manakohia ahau e koutou, tena, korero atu ki nga taringa o Parao, mea atu,
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5
|Gênesis 50:5|
I whakaoati toku papa i ahau, i mea, Ka mate tenei ahau: hei roto i taku tanumanga i keria e ahau moku ki te whenua o Kanaana, hei reira ahau tanumia ai e koe. Na kia tukua ahau e koe aianei kia haere ki runga, ki te tanu i toku papa, ka hoki mai ai.
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6
|Gênesis 50:6|
Na ka mea a Parao, Haere ki runga ki te tanu i tou papa, kia rite ki tana i whakaoati ai i a koe.
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7
|Gênesis 50:7|
¶ Na haere ana a Hohepa ki runga ki te tanu i tona papa, i haere tahi ano i a ia nga pononga katoa a Parao, nga kaumatua o tona whare, me nga kaumatua katoa o te whenua o Ihipa,
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8
|Gênesis 50:8|
Me te whare katoa ano hoki o Hohepa, ratou ko ona tuakana, me te whare ano hoki o tona papa; ko a ratou tamariki anake, me a ratou hipi, me a ratou kau i mahue i a ratou i te whenua o Kohena.
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9
|Gênesis 50:9|
I haere tahi ano i a ia nga hariata me nga tangata hoiho: he nui whakaharahara te tira.
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10
|Gênesis 50:10|
Na ka tae ratou ki te patunga witi a Atara, i tawahi o Horano, a he tino nui whakaharahara te tangihanga i tangi ai ratou ki reira: e whitu hoki nga ra i uhungatia ai e ia tona papa.
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Sugestões

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13 de fevereiro LAB 410
FAZENDO CONTABILIDADE NA BÍBLIA
Números 07-08
Quando fiz Processamento de Dados, tive algumas matérias me marcaram muito. Algumas delas eram da área de Contabilidade, mas eu não gostava tanto delas. Mesmo assim, sabia que eram absolutamente necessárias. E, ironicamente, apesar de não apreciá-las, era apaixonado por elas! E na necessidade de envolver-me com elas, eu me debruçava em cima dos conhecimentos contábeis, por obrigação. Lembro-me do desafio de fazer e fechar balancetes. Uma vez, passei quase a noite inteira “brigando” com um balancete.
O mais interessante eram as provas. O professor dava um problema. para fecharmos um balancete, e ficávamos nos matando em cima daquelas continhas “T”, por horas. No final, ou tirava a nota máxima, ou tirava zero. E o que mais me deixava intrigado era o fato de que o professor já nos fornecia o resultado final, antes de começarmos a fazer a prova. Eu ficava louco com aquilo. O importante não era saber qual era o número final, mas sim, como chegar até ele. Logo, se alguém quisesse colar, não teria como. O negócio era fazer os cálculos: números e mais números. A parte que eu gostava era comparar minha prova com as dos colegas, despois que o professor as devolvia. As que estavam certas eram exatamente iguais. Incrível! Se um detalhezinho estivesse diferente, tudo estaria errado, e o resultado seria desastroso. Foi Deus quem criou os números, as quantidades, as operações numéricas – a matemática. Por isso, ela é tão perfeita. E nessa, o importante não é o todo, mas sim os detalhes.
Os leitores superficiais precisam tomar cuidado. Há pessoas que quando se deparam com Números 7 e leem sobre o primeiro dia, quando Nasson trouxe sua oferta, e logo em seguida, quando leem sobre o segundo dia e começam a perceber que parece que a oferta de Natanael era igualzinha têm a tentação de dar apenas uma olhada por cima e pular lá para o final do capítulo ou para o seguinte. Não! Espere aí! Será que é iguazinho mesmo? E se não for? Será que isso importa?
Vou lhe fazer um desafio. Assim como um contabilista, tenha o compromisso de fazer um trabalho minucioso sobre “Números”, comparando todos os dados. Será que são todos exatamente iguais ou diferentes? Se forem iguais, você chegará ao final boquiaberto ao concluir: “Como Deus é organizado, minucioso, e detalhista!” E então entenderá porque está tudo ali: Deus dá a prova. Se não forem iguais, você terá um desafio maior (mas terá um aproveitamento maior ainda): responder à seguinte pergunta, para cada diferença que encontrar: “Por que só esse detalhezinho aqui é diferente?” O que ele tem a ensinar?
Você aceita o desafio? Então, comece já e verá como será legal!
Valdeci Júnior
Fátima Silva