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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 50:1|
¶ Na ka hinga a Hohepa ki runga ki te mata o tona papa, a ka tangi i runga i a ia, ka kihi hoki i a ia.
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2
|Gênesis 50:2|
Na ka whakahau a Hohepa i ana tangata, i nga kairongoa, kia whakapakokotia tona papa; na whakapakokotia ana a Iharaira e nga kairongoa.
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3
|Gênesis 50:3|
Na ka tutuki ona ra e wha tekau; ko nga ra hoki ena e whakatutukitia ana mo te hunga e whakapakokotia ana: a e whitu tekau nga ra i uhungatia ai ia e nga Ihipiana.
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4
|Gênesis 50:4|
A, ka taka nga ra e uhungatia ia ia, ka korero a Hohepa ki te whare o Parao, ka mea, Na, ki te mea kua manakohia ahau e koutou, tena, korero atu ki nga taringa o Parao, mea atu,
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5
|Gênesis 50:5|
I whakaoati toku papa i ahau, i mea, Ka mate tenei ahau: hei roto i taku tanumanga i keria e ahau moku ki te whenua o Kanaana, hei reira ahau tanumia ai e koe. Na kia tukua ahau e koe aianei kia haere ki runga, ki te tanu i toku papa, ka hoki mai ai.
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6
|Gênesis 50:6|
Na ka mea a Parao, Haere ki runga ki te tanu i tou papa, kia rite ki tana i whakaoati ai i a koe.
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7
|Gênesis 50:7|
¶ Na haere ana a Hohepa ki runga ki te tanu i tona papa, i haere tahi ano i a ia nga pononga katoa a Parao, nga kaumatua o tona whare, me nga kaumatua katoa o te whenua o Ihipa,
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8
|Gênesis 50:8|
Me te whare katoa ano hoki o Hohepa, ratou ko ona tuakana, me te whare ano hoki o tona papa; ko a ratou tamariki anake, me a ratou hipi, me a ratou kau i mahue i a ratou i te whenua o Kohena.
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9
|Gênesis 50:9|
I haere tahi ano i a ia nga hariata me nga tangata hoiho: he nui whakaharahara te tira.
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10
|Gênesis 50:10|
Na ka tae ratou ki te patunga witi a Atara, i tawahi o Horano, a he tino nui whakaharahara te tangihanga i tangi ai ratou ki reira: e whitu hoki nga ra i uhungatia ai e ia tona papa.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva