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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 35:1|
¶ Na ka mea te atua ki a Hakopa, Whakatika, haere ake ki Peteere, ki reira noho ai; ka hanga hoki ki reira i tetahi aata ma te Atua i puta mai nei ki a koe, i tou rerenga mai i te aroaro o Ehau, o tou tuakana.
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2
|Gênesis 35:2|
Katahi ka mea a Hakopa ki tona whare, ki ona tangata katoa hoki, Whakarerea atu nga atua ke i roto i a koutou, e pure i a koutou, a kakahuria etahi kakahu ke mo koutou:
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3
|Gênesis 35:3|
A whakatika tatou, ka haere ake ki Peteere; a ka hanga e ahau ki reira tetahi aata ma te Atua i whakarongo mai nei ki ahau i te ra i pouri ai ahau, i tata ano hoki ki ahau i te huarahi i haere ai ahau.
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4
|Gênesis 35:4|
Na ka homai e ratou ki a Hakopa nga atua ke katoa i roto i to ratou ringa, me nga whakakai i o ratou taringa; a ka huna e Hakopa ki raro i te oki i Hekeme.
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5
|Gênesis 35:5|
Na ka turia atu e ratou: i runga ano te wehi o te Atua i nga pa i tetahi taha i tetahi taha o ratou, a kihai ratou i whai i nga tama a Hakopa.
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6
|Gênesis 35:6|
¶ Heoi ka tae a Hakopa ki Rutu, ki tera hoki i te whenua o Kanaana, ara ki Peteere, a ia me tona nuinga katoa.
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7
|Gênesis 35:7|
A ka hanga e ia he aata ki reira, a huaina iho e ia taua wahi ko Erepeteere: no te mea hoki i puta mai te Atua ki a ia i reira, i tona rerenga i te aroaro o tona tuakana.
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8
|Gênesis 35:8|
Na ka mate a Tepora kaiwhakangote o Ripeka, a ka tanumia ki raro i Peteere, ki raro i te oki; a ka huaina to reira ingoa ko Aronipakuta.
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9
|Gênesis 35:9|
I puta mai ano te Atua ki a Hakopa i tona haerenga mai i Paranaarama, i manaaki hoki a ia.
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10
|Gênesis 35:10|
A ka mea te Atua ki a ia, Ko Hakopa tou ingoa: e kore tou ingoa e huaina ko Hakopa a muri ake nei, engari ko Iharaira hei ingoa mou. Na huaina ana e ia tona ingoa ko Iharaira.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva