-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
1
|Gênesis 48:1|
¶ Na, i muri i enei mea, ka korerotia ki a Hohepa, Nana, e mate ana tou papa: a ka tango ia i ana tamariki tokorua, i a Manahi raua ko Eparaima, hei hoa mona.
-
2
|Gênesis 48:2|
A ka korerotia ki a Hakopa, ka meatia, Na, ko Hohepa, ko tau tama, tenei te haere mai nei ki a koe: na ka whakakaha ake a Iharaira i a ia, a ka noho ki runga i te moenga.
-
3
|Gênesis 48:3|
Na ka mea a Hakopa ki a Hohepa, I puta mai te Atua Kaha Rawa ki ahau i Rutu, i te whenua o Kanaana, i manaaki i ahau,
-
4
|Gênesis 48:4|
I mea ano ki ahau, Na, ka meinga koe e ahau kia hua, ka whakanui ahau i a koe, ka meinga hoki koe e ahau hei huinga iwi; a ka hoatu e ahau tenei whenua ki ou uri i muri i a koe hei kainga pumau.
-
5
|Gênesis 48:5|
Na, ko au tama tokorua, ko Eparaima raua ko Manahi, i whanau nei mau ki te whenua o Ihipa i mua ake o toku taenga mai ki a koe, ki Ihipa, maku ena; ka riro mai raua i ahau, ka pera ano me Reupena raua ko Himiona.
-
6
|Gênesis 48:6|
A, ko tau whanau e whanau mau i muri i a raua, mau ena; ka huaina ki a ratou te ingoa o o ratou tuakana i to ratou kainga pumau.
-
7
|Gênesis 48:7|
Ko ahau hoki, i toku haerenga mai i Parana, ka mate a Rahera ki toku taha, ki te whenua o Kanaana, ki te ara, e takoto mai ana he wahi e haere atu ai ki Eparata: a tanumia ana e ahau ki reira ki te ara ki Eparata, ara ki Peterehema.
-
8
|Gênesis 48:8|
¶ A ka kite a Iharaira i nga tama a Hohepa, ka mea, Ko wai enei?
-
9
|Gênesis 48:9|
A ka mea a Hohepa ki tona papa, Ko aku tama enei i homai e te Atua ki ahau i konei. Ka mea ia, Nekehia mai nei ki ahau, kia manaaki ai ahau i a raua.
-
10
|Gênesis 48:10|
Na he atarua nga kanohi o Iharaira, na te koroheke hoki, kihai ia i ahei te kite atu. Na ka whakatata ia i a raua ki a ia; a ka kihi ia i a raua, ka wahi hoki i a raua.
-
-
Sugestões

Clique para ler Jeremias 30-32
19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva