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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Gênesis 3:1|
¶ Na ko te nakahi he mohio rawa i nga kirehe katoa o te parae i hanga nei e Ihowa, e te Atua. Na ko tana meatanga ki te wahine, Koia, i mea ano te Atua, Kaua e kainga e korua nga hua o tetahi rakau o te kari?
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2
|Gênesis 3:2|
A ka mea te wahine ki te nakahi, E kai ano maua i nga hua o nga rakau o te kari:
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3
|Gênesis 3:3|
Ko nga hua ia o te rakau i waenganui o te kari, kua mea mai te Atua, Kaua korua e kai i tetahi o ona hua, kaua ano hoki e pa ki reira, kei mate korua.
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4
|Gênesis 3:4|
Na ko te meatanga a te nakahi ki te wahine, E kore korua e mate rawa:
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5
|Gênesis 3:5|
Erangi e mohio ana te Atua ko te ra e kai ai korua i tetahi o ona hua, katahi ka marama o korua kanohi, a ka rite korua ki te Atua, ka mohio ki te pai, ki te kino.
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6
|Gênesis 3:6|
¶ A, i te kitenga o te wahine he pai te rakau ra hei kai, he ahuareka ki te titiro atu, he rakau hoki e minaminatia hei whakamohio, na ka tango ia i etahi o ona hua, ka kai, ka hoatu hoki ki tana tahu i tona taha; a kai ana ia.
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7
|Gênesis 3:7|
Na ka marama o raua kanohi tahi, ka mohio raua kei te tu tahanga raua; na ka tuia e raua etahi rau piki, meatia ana hei rapaki mo raua.
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8
|Gênesis 3:8|
A ka rongo raua i te reo o Ihowa, o te Atua, e haereere ana i te kari i te hauhautanga o te ra: a ka piri a Arama raua ko tana wahine i te aroaro o Ihowa, o te Atua, ki roto ki nga rakau o te kari.
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9
|Gênesis 3:9|
¶ Na ka karanga a Ihowa, te Atua, ki a Arama, ka mea ki a ia, Kei hea koe?
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10
|Gênesis 3:10|
A ka mea ia, I rongo ahau ki tou reo i te kari, a wehi ana ahau, noku i tu tahanga; na piri ana ahau.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva